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Qual a relação entre Big Data e IoT?

Descubra como a integração desses dois conceitos podem melhorar a relação das empresas com seus clientes e alavancar as vendas.

 

Qual a relação entre Big Data e IoT?

 

O termo Big Data refere-se ao armazenamento e processamento da mistura de dados, estruturados ou não. Ele já é muito conhecido pelas corporações e traz diversos benefícios por meio da realização das análises de informações coletadas, principalmente para aumentar as vendas das empresas e oferecer um atendimento personalizado aos clientes.

Após o surgimento de novas tecnologias e tendências, as pessoas, dispositivos e objetos estão cada dia mais conectados, o que acarreta em um maior volume de dados gerados e transmitidos.

Para suprir a necessidade de conectividade atual, a Internet das Coisas (IoT) vem para facilitar o processo, tornando os dispositivos ainda mais conectados e produtores de informação. No entanto, essa grande quantidade de dados precisa ser coletada e analisada para ter valor aos negócios.

É neste ponto que essas duas tecnologias se relacionam. Por meio de análises profundas com Big Data de objetos conectados, como sensores, câmeras de vídeo, veículos e aparelhos médicos, possíveis apenas após a IoT, tornou-se viável gerar novas fontes de informações, mais precisas, inteligentes e eficientes.

A integração dos dois conceitos representa o ponto-chave para as empresas atuarem estrategicamente diante de seus clientes e seus novos hábitos de consumo. O enorme volume de dados disponível fornece informações relevantes para que as empresas obtenham insights e direcionem suas ações.

Para utilizar essas duas tecnologias de forma integrada, as empresas precisam seguir os seguintes passos:


- Ter um planejamento: como se trata de um grande fluxo de informações, é necessário que a TI defina uma estratégia antes de iniciar as análises, estabelecendo os possíveis problemas, as soluções e outras informações úteis aos negócios.

- Inteligência na captura de dados: coletar dados na Internet das Coisas precisa ser um processo projetado cuidadosamente, é preciso separá-los conforme as demandas da empresa e armazená-los por um tempo, pois em caso de mudanças de estratégias, dados não utilizados podem se tornar úteis.

- Utilizar camadas abstratas: as informações, sejam elas estruturadas ou não, devem ser fornecidas em uma camada abstrata, pois ela facilitará os processos da TI em lidar, posteriormente, com múltiplos tipos de formatos de dado.

- Inovações na medida certa: ainda que a IoT exija diversas transformações na metodologia da TI, a equipe não pode se esquecer de o processo continua sendo de análise e deve seguir as premissas estabelecidas pelo Big Data. Por isso, para implementar essas inovações, é ideal começar com projetos menores e gradativamente ir tornando o processo mais complexo.

- Profissionais especializados: é importante contratar profissionais experientes ou treinar os próprios funcionários para criar uma equipe dedicada ao processo.

Um grande desafio da união do Big Data com IoT é a questão da segurança dos equipamentos, que antes estavam isolados e agora estão conectados. As empresas precisam ser capazes de contar com uma conexão e um ambiente seguros e confiáveis para suportar todos os dispositivos conectados.

Ao realizar a coleta de informações desses dispositivos, alguns problemas podem afetar o desempenho da análise, como a possibilidade da coleta indiscriminada de dados acarretar em violações de brechas de segurança, problemas de governança, acessos não autorizados, dados duvidosos e falhas na escalabilidade.

Dessa forma, alguns métodos de proteção reforçada devem ser utilizados, como o controle das informações com autenticação e autorização, acessos de usuários privilegiados, encriptação de dados (não apenas dos coletados, mas também daqueles que estão em trânsito), segurança em APIs, monitoramento e a criação de relatórios, entre outras medidas. Além disso, ter uma equipe dedicada é essencial para separar as responsabilidades e funções, o que é fundamental para manter a segurança geral.

Ao mesmo tempo em que essas duas tecnologias promovem diversos benefícios para que as empresas estejam sempre à frente no mercado, elas tornam os processos mais complexos e, se não receberem os cuidados necessários, podem gerar grandes impactos negativos aos negócios. Portanto, para o desenvolvimento de análises mais eficientes e inteligentes, a segurança precisa fazer parte das estratégias inovadoras das corporações.

 

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