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Top 8 perguntas e respostas das empresas sobre Inteligência Artificial

Essa tecnologia já é, em parte, superior ao cérebro humano.

Quando surge a proposta de inserir Inteligência Artificial nos processos e ferramentas das corporações, geralmente todos concordam em aumentar investimentos e fazer novos aportes para que as estratégias ou mesmo a rotina tenham um melhor desempenho.

Apesar de todos os gestores concordarem que a empresa precisava investir em Inteligência Artificial, muitos ainda têm dúvidas e ficam muito confusos com a necessidade de tantos detalhes. Afinal, como saber se está funcionando?

Embora eles acreditem no valor da AI, muitos executivos ainda estão se perguntando sobre sua adoção. As cinco questões seguintes são as principais:

1.O que é inteligência artificial?

A Inteligência Artificial descreve um processo no qual as máquinas “aprendem” a aprender. Sistemas de computador imitam a inteligência humana, simulando um comportamento inteligente baseado em padrões especificados ou aprendidos. Um sistema de AI percebe seu ambiente (como o uso de câmeras e sensores), reconhece relacionamentos e deriva ações deles.

2. Qual é a diferença entre Machine Learning e aprendizado profundo?

O Machine Learning e o aprendizado profundo se enquadram no tópico da Inteligência Artificial. O primeiro descreve um processo em que os computadores adquirem conhecimento por conta própria.

Enquanto o segundo envolve um computador que adquire seu conhecimento usando um algoritmo, que é usado para analisar grandes volumes de dados e aprender a tirar conclusões com base nesses conteúdos.

3. Onde essa tecnologia está sendo usada já?

Graças à Inteligência Artificial, os sistemas de reconhecimento de imagem nos carros já são capazes de identificar sinais de trânsito, ou classificar fotos de férias em nossos smartphones de acordo com certos motivos. Os assistentes de idiomas entendem nossas perguntas faladas e facilitam a busca de informações.

Os algoritmos são capazes de entender a música que gostamos de ouvir e sugerir músicas adequadas. Quando são instalados em dispositivos médicos, eles podem identificar os sintomas da doença e determinar os métodos corretos de tratamento.

4.O que ela pode e não pode fazer?

Analisando imagens, avaliando dados, identificando doenças - quando se trata dessas tarefas, a Inteligência Artificial é, em parte, já superior ao cérebro humano. Ela também funciona sem ficar fatigado e é capaz de responder dentro de uma fração de segundo.

Graças a essas características, é usada em áreas como direção autônoma, sistemas de assistência ao motorista e aplicações industriais. Robôs colaborativos, por exemplo, podem ser treinados em novas tarefas usando dados de amostra e Machine Learning.

No entanto, também possui limites, que estão nas interações diretas com as pessoas. Ainda não são capazes de expressar emoções, empatia ou inteligência social.

5.Como ela vai mudar a maneira como trabalhamos?

Metade de todas as atividades no mundo do trabalho já poderiam, hoje, ser automatizadas por meio da Inteligência Artificial. No entanto, não haverá demissões em massa. Isso porque apenas 5% das ocupações podem ser manipuladas inteiramente pela AI.

Então, as empresas ainda precisarão de pessoas no futuro. No entanto, eles permitirão que as máquinas cuidem cada vez mais de atividades monótonas ou perigosas, de modo que os funcionários se concentrem em interagir com outras pessoas ou realizar tarefas criativas.

6. Qual é a estrutura de relatórios para uma equipe de AI?

As questões organizacionais nunca estão longe das mentes dos executivos que buscam acelerar as eficiências e impulsionar o crescimento. E enquanto esta questão não é nova, a resposta pode ser.

Cativados pela ideia de cientistas de dados que analisam conteúdos potencialmente diferenciais competitivos, os gerentes normalmente defendem a formalização de uma equipe como um serviço corporativo. Outros supõem que essa tecnologia cairá dentro de uma análise existente ou centro de excelência de dados.

7.Quão único é o resultado esperado?

Se o esforço proposto for considerado estratégico, talvez seja melhor criar uma equipe de especialistas e desenvolvedores com seu próprio orçamento, número de funcionários e habilidades, de modo a não desviar ou extrair recursos de projetos existentes.

8. Como tudo isso mudará nossas vidas?

Os sistemas de Inteligência Artificial nos conduzirão em carros, vão gerenciar nossos compromissos como assistentes de escritório pessoal e estão aptos a responder a perguntas como robôs de serviço. Quando são integrados em residências inteligentes, ajudam a economizar energia.

Robôs de enfermagem poderiam até mesmo cuidar de pessoas idosas e doentes. Essa riqueza de possibilidades, no entanto, precisa ser tratada de maneira responsável. Como podemos garantir que os algoritmos por trás da Inteligência Artificial sejam transparentes e controláveis? Ela pode ser autorizada a tomar decisões de vida ou morte, como em drones de combate? Se as empresas e as sociedades civis valorizam o uso consciente da tecnologia, elas devem encontrar respostas para essas questões éticas.

 

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