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Saiba como a TI é fundamental para lidar com o crescimento de missão crítica

Nos últimos anos sistemas considerados como missão crítica cresceram e exigem que a TI se desenvolva para resolvê-los de maneira satisfatória.

 

Saiba como a TI é fundamental para lidar com o crescimento de missão crítica

 

Em ambientes cada vez mais conectados, tornou-se necessário identificar dentro das organizações quais etapas dos processos eram mais cruciais, aquelas que se fossem interrompidas por falhas poderiam causar perdas de dados importantes. Essas etapas começaram a exigir sistemas específicos que dedicassem maior atenção, chamados de missão crítica.

Em outras palavras, missão crítica é um ambiente tecnológico composto por uma série de equipamentos e tecnologias aplicadas que têm como objetivo evitar a paralisação de serviços que pode gerar impactos negativos gigantescos para o negócio como perda de receita, abalos na reputação da marca, lealdade do cliente e produtividade do colaborador.

As pessoas responsáveis por determinar quais setores de uma empresa merecem maior cuidado são chamadas de stakeholders, ou seja, públicos de interesse de uma organização. As partes que têm um objetivo em comum, no caso, a saúde financeira de um negócio que gera lucro / benefícios para todos os envolvidos.

Com o passar do tempo o conceito de stakeholder ganhou novos significados e o público interessado no desenvolvimento de um negócio aumentou. Hoje os stakeholders são clientes, funcionários, parceiros, fornecedores, entre outros personagens que, cada um em sua área, demandam serviços 24 horas. Nesta nova configuração, com novas pessoas e áreas compondo o grupo de stakeholders, a visão de sistemas fundamentais para uma empresa também aumentou e, assim, passaram a ser encarados como missão crítica.

Hoje, um dos grandes desafios da TI é distribuir os recursos, muitas vezes limitados, em todos os setores que, de acordo com os stakeholders, são fundamentais e devem ser encarados como missão crítica.

Como distribuir as prioridades e identificar os interesses legítimos da empresa?

Primeiramente, as cargas de trabalho devem ser classificadas e reclassificadas dinamicamente conforme as necessidades do empreendimento mudam, garantindo que cada uma delas receba o nível correto de disponibilidade. Com a transformação digital das organizações nos últimos anos, as paradas nos sistemas têm impacto muito grande. Quando um sistema cai, os custos e riscos começam a se acumular.


Em seguida, o maior desafio do Data Center – ambiente projetado para abrigar servidores e outros componentes como sistemas de armazenamento de dados e ativos de rede – é oferecer disponibilidade contínua em um cenário de big data, pequenos orçamentos e infraestruturas cada vez mais complexas.

Outro problema na maioria das empresas é que a disponibilidade sofre porque as ferramentas legadas de proteção de dados não são capazes de cumprir suas funções, uma vez que foram projetadas para uma infraestrutura diferente da atual. Integrar essas ferramentas com a nuvem e com tecnologias de armazenamento moderno geralmente requer muito esforço.

Quando a TI atua com ferramentas inadequadas, por exemplo, é impossível alcançar Acordos de Nível de Serviço (SLAs) robustos e objetivos de tempo e ponto de recuperação (RTPOs), o que cria uma falha de disponibilidade.

É nítido que as coisas precisam mudar e evoluir se as equipes de data center quiserem atender de maneira satisfatória às expectativas dos stakeholders da empresa. Faz-se necessário modernizar as ferramentas de proteção de dados e os processos que suportam a disponibilidade.

Algo que pode fazer uma grande diferença é ter ferramentas de disponibilidade que são otimizadas para sistemas virtualizados. Como elas facilitam a proteção de aplicações em ambientes virtualizados, a empresa será capaz de confiar na disponibilidade de todas as aplicações e não apenas daquelas que eram tradicionalmente vistas como críticas ao negócio.

Por fim, apesar de ser mais fácil de proteger todos os sistemas existentes, classificar e reclassificar cargas de trabalho para priorizar a disponibilidade ainda é muito importante. Integrando sistemas de proteção de dados com soluções de armazenamento modernas será possível hierarquizar a disponibilidade, o que significa priorizar cargas de trabalho críticas para RTPOs muito rápidos sem deixar de proteger todos os dados e aplicações.

 

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