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Os dispositivos IoT representam uma ameaça para a rede corporativa?

Veja como diminuir conexões de IoT desenfreadas na rede corporativa

 

Os dispositivos IoT representam uma ameaça para a rede corporativa?

 

 

De acordo com uma pesquisa feita com empresas americanas, os dispositivos IoT representam uma ameaça para a rede corporativa, uma vez que as empresas não estão sendo efetivas na defesa de ataques que possam vir por essa abertura.

 

De acordo com o estudo, 77% dos entrevistados admitiram que o aumento do uso de dispositivos IoT criou grandes desafios de segurança e que a partir desta constatação, 76% dos líderes estão reavaliando como as suas redes estão sendo protegidas.

 

82% das empresas que participaram do estudo nos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Austrália e Nova Zelândia, acreditam que suas redes de proteção são suficientes, mas que não estão em conformidade com requisitos internos de cibersegurança em auditoria internas, por não conseguirem identificar todos os dispositivos IoT e tecnologias operacionais utilizados em suas redes.


Pelo estudo, é possível constatar que o momento é ainda de ajustes internos sobre quem seriam os responsáveis pela segurança IoT, qual o investimento ideal, se são mesmo necessários e quais seriam as ferramentas ideais para evitar ataques.

 

Os executivos ainda são céticos em relação a novos investimentos em cibersegurança e a falta de recurso fazem com que 40% dos entrevistados afirmem que suas empresas vão continuar confiando nas ferramentas tradicionais, mesmo que não ofereçam uma visão clara de toda rede e de quais dispositivos estão conectados.

 

Em resumo, as empresas estão dispostas a tolerar alguns riscos de segurança mesmo não estando em conformidade com alguns requisitos de proteção porque acreditam que os benefícios da IoT para seus negócios compensam.

 

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A quantidade de dispositivos IoT conectados às redes corporativas está crescendo de forma exponencial por conta do interesse das empresas em aproveitarem os dados coletados por esses aparelhos, além da facilidade tecnológica e simplificação dos processos de implantação criados pelos fornecedores que atuam no setor da Internet das Coisas.

 

Porém, muitos dispositivos padrão de consumidor, como wearables, sistemas de segurança doméstico, por exemplo, não são configurados para receberem atualizações automáticas, desatualizando os antivírus e abrindo novas lacunas para invasões.

 

Esses dispositivos não protegidos podem estar conectados à rede corporativa de forma desconhecida pelos profissionais de TI - como um funcionário que conecta um roteador Wi-Fi doméstico - que não incluem uma varredura nesses aparelhos por desconhecerem sua existência.

 


Como diminuir conexões de IoT desenfreadas na rede corporativa

Redes corporativas adequadamente configuradas podem ser a solução dessa questão, uma vez que permitem uma visão completa e transparente de todo o sistema, podendo barrar dispositivos não aprovados e eliminar vulnerabilidades.


Outra solução é ter uma política clara de cibersegurança corporativa aberta a todos os usuários de uma empresa. A partir dela, a companhia relaciona quais os dispositivos são permitidos de serem conectados em sua rede, facilitando o processo de gerenciamento por parte da equipe de TI. A partir do momento em que a empresa permite a conexão de um dispositivo, ela precisa ter logo na sequência quais serão os processos de verificação e gerenciamento necessários.


Responsabilizar uma pessoa ou parte da equipe de TI para lidar com os dispositivos IoT é uma premissa para garantir a proteção de todo o sistema. Além do pessoal que já realiza as varreduras padrões, ter um responsável específico para este caso, agiliza o tempo de resolução de problemas.


Por fim, ser consciente de que a tecnologia muda a todo momento, que hackers estão desenvolvendo novas formas de invadirem sistemas, que novos dispositivos entram no mercado todos os dias, vão exigir novos comportamentos no combate às violações de forma quase que diária.

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