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O que é Runtime as a Service (RaaS) e qual a sua diferença para PaaS e IaaS?

A partir desse novo modelo de serviço, as corporações podem economizar ainda mais deixando de pagar por tempo ocioso de computação em nuvem.

 

O que é Runtime as a Service (RaaS) e qual a sua diferença para PaaS e IaaS?

 

Runtime as a Service (Raas) é uma nova tendência de modelo de computação em nuvem, assim como PaaS e IaaS. Ele é baseado no tempo de execução como serviço e oferece ao usuário um ambiente pronto para executar seus aplicativos, sendo necessário apenas a implantação dessas aplicações.


O provedor do RaaS fica responsável por gerenciar todas as camadas, incluindo o tempo de execução. Esta gestão inclui a aplicação de correções de bugs e um melhor suporte para escalabilidade automática.


O modelo RaaS permite que as empresas evitem o pagamento de computação em nuvem ocioso, o que não era possível nos outros modelos. Assim, as empresas podem reduzir seus gastos, pagando apenas o uso real dos serviços.


Porém, o controle sobre a fatura total dos serviços em nuvem passa a ser menor, pois pode ocorrer de um alto fluxo de acessos repentinos ser necessário em determinado momento, o que elevaria o pagamento de uma hora para outra. No entanto, caso haja zero usuários utilizando as aplicações em um mês, o valor seria reduzido a zero.


Além da tarifação flexível, outra vantagem desse modelo é o dimensionamento automático. Como cada aplicação necessita de um tempo de execução específico, a equipe de TI não precisa se preocupar em requisitar tempo adicional caso algum contratempo aconteça, tudo é feito de forma automática.


O RaaS se diferencia do modelo PaaS (Plataforma como Serviço), pois o ambiente de execução é de longa duração em muitos sistemas de PaaS, mas eles também dimensionam as aplicações de forma automática. Além disso, o modelo de plataforma como serviço limita aos desenvolvedores uma estrutura de aplicativos específica.


No modelo IaaS (infraestrutura como Serviço), os usuários pagam por hora pelos ambientes de computação em nuvem e, se diferencia do RaaS, pois são tarifados caso o ambiente seja usado de forma ativa ou inativa.


Ao se utilizar o modelo IaaS, Não é tão exigido reescrever os códigos, facilitando o trabalho da equipe de TI. Agora, para migrar as aplicações para RaaS, a TI deve reescrevê-los totalmente. Não é possível realizar a migração direta, como no IaaS ou até mesmo com alguns sistemas de PaaS. Porém, os desenvolvedores podem implantar o código em um contâiner on-demand, de modo que o tempo de execução pode ser iniciado, executado e interrompido rapidamente.

 

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