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O que é Big Data?

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    Big Data

    | Tempo para ler: 4 min

Saber o que significa esse conceito e como aplicá-lo aos negócios pode ser um grande diferencial para empreendedores.

O que é Big Data?

 

Big Data é o termo usado para representar a grande quantidade de volume de dados gerados pela sociedade a cada dia, devido à variedade de formatos e plataformas disponíveis. A produção desses dados é potencializada pela alta velocidade com que são propagados. O termo é melhor entendido a partir dos conceito do 3 “Vs”, que são: volume, velocidade e variedade.

Entenda o que esses conceitos querem dizer:

 

Volume: este termo representa a enorme quantia de dados que as empresas e pessoas produzem e recebem de variadas fontes, podendo ser de redes sociais, transações comerciais, entre outras.

 

Velocidade: relaciona-se à rapidez da geração desses dados. A cada segundo, milhares de informações são criadas e transmitidas em tempo hábil.

 

Variedade: significa que esses dados podem vir de diferentes tipos de formatos, como por exemplo: um post de blog, e-mail, vídeos, transações financeiras, entre outras possibilidades.

E qual o objetivo do Big Data? Ele é importante para os negócios?

Como o número de dados concebidos cresce a cada dia, apenas uma pequena parte deles é analisado, sendo assim, a grande maioria é perdida. O Big Data pode ser a solução desse problema pois, por meio dele, é possível analisar dados vindos de qualquer fonte e encontrar soluções para diversos problemas das empresas de forma mais rápida.

 

Os dados são coletados a partir de qualquer ação feita pelos usuários na internet, como enviar um e-mail, compartilhar algo nas redes sociais, ou até mesmo utilizar um cartão de crédito em uma loja física. Todas essas ações geram uma espécie de “impressão digital” e ficam armazenadas na nuvem.

 

Devido a essa grande quantidade de informações, será preciso se utilizar ferramentas de análise para que seja possível encontrar informações relevantes, que permitam a tomada de decisões mais inteligentes, redução de custos, aumentar o número de vendas, desenvolver novos produtos, além de identificação de problemas, redução de prejuízos e auxílio em outras tarefas.

 

Como ele pode ser usado a favor das empresas?

As técnicas de Big Data são amplas e podem se adequar às necessidades de cada negócio. Primeiramente, é preciso definir quais dados são relevantes para a empresa e onde procurá-los. Os tipos de dados são muitos, como cliques em anúncio, endereço de IP, histórico de buscas, servidor de acesso, entre outros. 

 

A partir desses dados, torna-se possível descobrir preferências, necessidades e padrões de comportamento de um determinado público de forma mais precisa. Assim, uma empresa consegue conhecer melhor seus clientes e utilize essas informações para criar novos produtos e serviços que sejam relevantes a eles na hora certa, o que irá melhor sua performance e competitividade no mercado.

 

Por exemplo, uma empresa que vende sapatos femininos pode reduzir o excesso de calçados que não são vendidos observando o comportamento de compra no loja virtual, em que é possível identificar pedidos faturados e quais são as numerações mais buscadas pela clientela. A partir de ferramentas de análise desses dados, pode-se perceber que as buscas por sapatos com saltos são mais altas nas numerações menores que, normalmente, são de mulheres mais baixas, o que torna possível entender melhor a demanda por cada numeração e, consequentemente, fazer as modificações necessárias no estoque.

Quais passos seguir para ter resultado?

A quantidade de informação não para de crescer, por isso é importante organizar todos os dados parar realizar o processo de forma correta. Assim, é possível seguir os seguintes passos:

1. A coleta de dados: as fontes são as mais diversas. É preciso definir a quais delas a empresa tem acesso, como a partir de streaming data, do monitoramento de redes sociais, CRM (Customer Relationship Management, que em português significa Gestão do Relacionamento com o Cliente), entre outras.

 

2. Armazenamento: as informações coletadas podem ficar na nuvem e é importante que se faça o backup de cada uma delas.

 

3. Tratamento: realizar a categorização das informações para que sejam analisadas em conjunto e não isoladas. Assim, a análise será feita a partir de uma amostragem maior e não de usuários específicos. Os dados podem ser agrupados em categorias como: perfil de compra, localização, idade e outras.

 

4. Análise dos dados: depois de estarem armazenados e organizados, a interpretação é realizada, transformando-se em estratégias de negócio.

 

As possibilidades de se utilizar as ferramentas junto ao Big Data são diversas, por isso, para não se realizar análises desnecessárias, é importante ter sempre em mente quais dados serão relevantes para resolver problemas, avaliar tendências e, assim, ser vantajoso para o negócio.

 

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