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Malware na nuvem: como defender a rede corporativa?

Postado por Equipe Westcon em 17/nov/2016 5:00:00

Essa ameaça prejudica os negócios de muitas empresas todos os anos. Descubra sua forma de agir e aprenda algumas medidas para combater esse problema.

Malware na nuvem: como defender a rede corporativa?

 

Ameaças à rede corporativa surgem todos os dias, colocando em risco informações importantes. Quando se usa serviços na nuvem, a atenção contra esses perigos deve ser redobrada, pois os aplicativos fazem sincronização automática com todos os dispositivos conectados. Assim, caso um funcionário clique em um link contaminado por um malware é possível que ele se instale na rede e os outros usuários também sejam afetados por causa da sincronização.


Os malwares são softwares maliciosos desenvolvidos por criminosos que querem invadir sistemas de forma ilícita. Por meio desses malwares, os Hackers exploram brechas na segurança para causar danos e tentar roubar informações. Alguns exemplos de malwares usados para isso são: spywares, trojan horses (cavalo de tróia), worms, entre outros.


A contaminação pode acontecer de diversas formas, como por exemplo através de links maliciosos em e-mails, anexos ou páginas da internet infectados. A proliferação pode acontecer por causa de negligências do usuário, mas é muito comum ser alguma fragilidade no sistema operacional ou nos softwares utilizados.


Devido à variedade de malwares existentes, é preciso conhecê-los bem e saber como agem para conseguir detectá-los antes que causem danos a aplicações importantes e prejuízos aos negócios.

 

Portanto, confira 4 tipos de malwares que já prejudicaram muitos usuários:

Ransomware

Esse tipo de malware pode gerar grandes prejuízos financeiros, pois para conseguir acessar os dados novamente, o usuário precisará de uma chave criada pelos hackers, que pedirão um pagamento para fornecê-la.


O ransomware bloqueia a máquina e pode “sequestrar” dados específicos, assim o usuário não consegue mais acessar seu dispositivo. Normalmente, ele é instalado quando a pessoa clica em algum link enviado por e-mail, anexos ou acessa sites infectados.

Spyware

Esse software perigoso age coletando informações sobre as atividades dos computadores de destino sem que os usuários percebam. Sua forma de operação é muito discreta, sendo difícil detectar sua presença.


Quando instalado, o malware consegue monitorar atividades da máquina, como atividades realizadas na internet e logs de mensagens instantâneas. As informações acessadas são armazenadas e depois enviadas ao hacker. Assim, é possível roubar dados confidenciais, informações de clientes, dados financeiros, informações sigilosas, dados de transações feitas por cartão de crédito, entre outras.

Worms

Esse malware é um programa de computador independente e se espalha de uma máquina para a outra. Possui capacidade de operar de forma autônoma, não precisando se ligar a outro programa.


A partir de uma rede de computadores, ele se espalha por meio de vulnerabilidades na segurança dos computadores individuais ou se copiando por compartilhamentos, envio de e-mails, etc. O worm, normalmente, não causa alterações graves nos sistemas, mas consome a banda larga, diminuindo o desempenho da rede. Ele também deixa a rede mais vulnerável, possibilitando que outros componentes mais perigosos, como o ransomware, a infecte.

Trojan (Cavalo de Tróia)

Trojan, ou cavalo de Tróia como é popularmente conhecido, é disfarçado de algo legítimo, útil para se propagar. Ele ganha a confiança do usuário a partir do front-end, para conseguir a permissão para ser instalado. Assim, o hacker consegue controlar a máquina.

 

O trojan não depende do hospedeiro para realizar sua operação, por isso, não tende a se juntar a outros arquivos. Ele pode ser disfarçado de codecs de vídeo, keygens, que são geradores de chaves ou número de série de algum software ou outros programas usados pelo usuário a partir de fontes não confiáveis, como sites para downloads gratuitos.

 

Esse malware pode trazer diversos prejuízos às empresas, pois consegue roubar senhas e detalhes de login, modificar e destruir arquivos e monitorar as atividades feitas pelo usuário.

Após conhecer os principais malwares e os danos que eles podem causar, é importante saber como reduzir a ameaça na nuvem. A segurança do ambiente virtual deve ser reforçada. O uso de ferramentas que fornecem tecnologias, como a criptografia e a autenticação bifatorial, que acrescenta uma camada adicional de segurança para o acesso aos dados, exigindo que o usuário forneça duas formas de autenticação, ajudam a prevenir o roubo e o vazamento de informações. Confira algumas das medidas que ajudam a combater esses riscos:


Monitorar os usuários: controlar o uso da rede corporativa é importante para evitar que os funcionários acessem sites não seguros e acabem dando abertura para que um malware se instale. As aplicações utilizadas devem ser permitidas a partir de autorizações estabelecidas pelos administradores da rede.


Instalação de softwares: usuários da rede não devem ter permissão para instalarem softwares nem realizarem downloads, pois podem acabar lidando com um malware disfarçado. Assim, o departamento de TI fica responsável por todas as instalações e atualizações.


Gerenciamento de patches: é preciso checar todos os procedimentos importantes e testar as atualizações para confirmar que não prejudicam a segurança do sistema antes de implantá-las na nuvem.

Criptografia: essencial para que usuários não autorizados não consigam acessar as informações. Assim, caso algum dado seja invadido, torna-se inutilizável sem a chave de acesso.


Usar senhas: quanto mais complexa e extensa, a segurança aumenta. É ideal que o usuário não repita a mesma senha de outros serviços e crie senhas com autenticação forte.


Programas e aplicativos atualizados: sempre usar a última versão, tanto do sistema operacional quanto dos aplicativos, pois quando versões mais antigas estão em execução podem conter brechas, tornando a nuvem mais exposta a invasões.


Gerenciamento de log: a revisão de log deve fazer parte do protocolo de segurança, pois dados de log podem monitorar atividades maliciosas e ajudar em investigações.



Também é essencial conhecer detalhadamente o modelo de segurança do provedor da nuvem, entender quais as ferramentas disponíveis para lidar com esses problemas e atitudes que são tomadas para que seus dados fiquem seguros. Assim, com todos esses cuidados, é possível aproveitar todos os recursos que a nuvem fornece.

 

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Categoria(s): Redes, Ciberataque