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Internet das Coisas: quais os desafios enfrentados pelas empresas?

A tecnologia que tem revolucionado o nosso jeito de interagir com máquinas e equipamentos tem futuro promissor, mas muitos desafios precisam ser enfrentados para que a Internet das Coisas construa uma reputação convincente e seja de fato aplicada a tudo.

 

Internet das Coisas: quais os desafios enfrentados pelas empresas?

 

 

A Internet das Coisas (Internet of Things), ou apenas IoT, como também é conhecida, tem mudado o jeito como as pessoas interagem com máquinas e equipamentos. Eles estão, a cada dia, mais inteligentes, práticos, interativos e funcionais graças à conectividade. As aplicações são as mais variadas, dependendo somente da criatividade de seus fabricantes. Contudo, essa tecnologia prometida para um futuro próximo - mas já presente em alguns aparelhos eletrônicos - tem grandes desafios a superar.

 

Um levantamento da consultoria Gartner mostrou que, em fevereiro de 2017, aproximadamente 8,4 bilhões de produtos, como smarts TVs e sistemas inteligentes de iluminação, já estavam conectados ao redor do globo, número 31% maior que no ano anterior. Estima-se que, até 2020, mais de 20 bilhões de “coisas” estarão conectadas à internet. Estes números mostram que, além do desafio em criar interações e produtos cada vez mais “smarts”, o tempo também é curto. Então vamos a alguns desafios que as empresas deverão superar com o avanço da Internet das Coisas:

 

 

Segurança dos dados e sistemas


Sim, essa deve ser a maior das preocupações porque, além de ser centro das atenções das empresas de tecnologia, também é preocupação latente para os usuários. E o futuro da IoT e seu sucesso estão diretamente relacionados à confiabilidade destas informações.

 

No início dos anos 2000, a preocupação com segurança digital se limitava em manter um bom antivírus atualizado no computador. Hoje, contudo, essa consciência implica em manter diversos outros equipamentos eletrônicos imunes a uma invasão digital. Geladeiras, relógios, TVs, veículos, hidrômetros, equipamentos médicos... Enfim, se um equipamento estiver conectado à internet, haverá preocupação compartilhada entre empresas e usuários.

 

Apenas como exemplo da importância dessa segurança, em agosto de 2017, 465 mil americanos foram notificados de um recall para atualização de seus marca-passos. Isso mesmo, marca-passos. A ideia original era de que os equipamentos, conectados à internet, enviassem dados via Wi-fi a clínicas responsáveis por seu monitoramento. Foi descoberto, entretanto, que os equipamentos possuíam brechas e poderiam ser acessados por hackers capazes de alterar o funcionamento dos dispositivos. Já imaginou ter um desses marca-passos e ter de lhe dar com essa notícia?

 

A segurança não se resume apenas à proteção de invasões. É necessário manter toda integridade do sistema, como a privacidade das informações e sua criptografia, tanto para dados pessoais (de consumidores) quanto para o Big Data (empresas).

 

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Gestão e armazenamento dos dados

 

Lembre-se: estima-se que mais de 20 bilhões de “coisas” estarão conectadas via tecnologia IoT até 2020. Ou seja, já que a IoT faz a interação máquina-a-máquina (M2M), serão mais de 20 bilhões de sensores e dispositivos enviando informações em tempo real e gerando dados continuamente. Neste ponto, fica latente que será de extrema importância o investimento em infraestrutura de armazenamento.

 

Mas a preocupação não é apenas em guardar esses dados, será necessário também o seu processamento adequado. Afinal, o objetivo da IoT é facilitar o dia a dia do homem, por isso é importante que estes dados sejam bem aproveitados.

 

 

Qualidade nas comunicações

 

A eficiência da conectividade também é um desafio para o setor de telecomunicações. Devido ao grande número de dados gerados, essa comunicação é primordial para que os equipamentos consigam de fato “conversar” entre si. Um estudo da GfK em sete países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, China e Brasil), que ouviu mais de 7 mil consumidores, aponta que 36% deles atribuem o elevado custo e 21% à internet ruim como principais entraves para se ter uma casa conectada.

 

Outras questões como boas práticas de uso, conscientização do usuário e gerenciamento de incidentes de segurança também vão ajudar a construir a reputação desta tecnologia do futuro. O que se pode esperar é que a Internet das Coisas trará grandes transformações.

 

 

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