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Descubra como resolver problemas na rede corporativa remotamente

  • Categoria:

    Redes

    | Tempo para ler: 4 min

Ferramentas portáteis de teste de cabo e conectividade auxiliam profissionais da área a resolver remotamente aos protocolos, gerando economia em tempo e deslocamento das equipes.

 

Descubra como resolver problemas na rede corporativa remotamente

 

Quando um problema na rede corporativa aparece, uma infinidade de possibilidades surge nas cabeças dos profissionais de TI. O problema é um cabo? Uma conexão? O computador pode estar com problema? Ou será o roteador? Será que é melhor começar a verificação no host ou no servidor? Além desse pesadelo, muitas empresas optam, atualmente, por gestões remotas deste tipo de trabalho, reunindo operações em centrais de negócios.

Essa política é vista principalmente em grandes grupos empresariais, que visam a produtividade na centralização dos serviços internos. Surge então, neste caso específico de manutenção da rede corporativa, mais um grande desafio: resolver tudo a distância. Afinal, o deslocamento de pessoal qualificado e seus equipamentos é caro e demorado, resultando também em custos pela inatividade dos equipamentos.

Quando surge uma “Chamada” em local remoto, o primeiro passo é identificar as seguintes questões: existem pessoas qualificadas em TI no local? Se sim, qual o nível de conhecimento delas? A partir de então, é possível traçar a melhor estratégia para solução do problema, definindo se a operação deve ser realizada por essa pessoa, se será necessário o deslocamento de uma equipe especializada ou, ainda, se vale mais a pena chamar uma empresa terceirizada.

Mesmo quando a pessoa que está no local tenha pouca habilidade na área, com as ferramentas adequadas, é possível resolver o chamado a distância, através de um engenheiro de rede que visualiza e fornece instruções, possivelmente até mesmo ensinando o técnico no local enquanto ele assiste e aprende. São ferramentas portáteis específicas, como testadores e assistentes de rede e conectividade, e testadores sem fio.

As primeiras validações que devem ser procuradas pelo técnico no local são as seguintes:

  •  Existe um problema com o cabo físico?
  • Quantos usuários/terminais são afetados?
  •  A rede está ligada por uma determinada tomada de parede ou ponto de acesso?
  • A tensão de PoE (Power over Ethernet) é a apropriada?
  •  Há problemas no slot, porta ou VLAN do switch?


Utilizando ferramentas específicas para testes automatizados, o diagnóstico é mais completo, cria um fluxo de trabalho padronizado (o que é muito importante para ver relatórios e escalas) e, por fim, pode identificar problemas que nem sequer foram cogitados pelo técnico e engenheiro de rede.

 

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Mesmo com diversas informações obtidas com testes automatizados, pode ser que nem todos os problemas tenham sido encontrados utilizando esse método. É por isso que é importante que as ferramentas em uso tenham capacidade de fornecer resultados adicionais, sendo reconfiguradas, por exemplo, para testes em servidores, aplicativos ou conexões sem fio. É necessário ainda que estas ferramentas sejam capazes de identificar questões físicas, envolvendo a engenharia de rede, ou identifique problemas como interferências, monopolização de banda e canais sobrecarregados, entre outros.

O engenheiro da rede, mesmo longe, precisa ser capaz de ver os resultados obtidos nos testes para identificar mais rapidamente o problema. Muitas vezes, contudo, é necessário que esse profissional veja o ambiente no qual o técnico está trabalhando. Com uma webcam conectada às portas USB de algumas ferramentas específicas é possível ver ao vivo este local, possibilitando visualizar melhor questões mais complexas de engenharia de rede, como armários de fiação ou centro de dados.

Toda essa tecnologia aplicada às ferramentas portáteis de teste de cabo e conectividade pode parecer um exagero. No entanto, um estudo recente, com mais de 300 especialistas do ramo, revelou que profissionais de rede gastam cerca de 25% de seu tempo com “Chamadas”. A pesquisa mostrou ainda que 48% das empresas levam mais de meio expediente para encerrar protocolos e 46% delas, ainda, revelaram que há pressões para reduzir o tempo de solução dos problemas.

A fim de melhorar a gestão de manutenção, utilizar essas técnicas e ferramentas recentes geram muita economia para as empresas. A economia é vista no deslocamento de pessoal qualificado, que não precisa sair da sede, e no tempo gasto para encerrar os protocolos. É possível que o investimento feito nessas ferramentas retorne em até quatro meses, dependendo da demanda das equipes.

Não se esqueça: seja para resolver problemas da rede LAN/WAN localmente ou remotamente, são a produtividade e logística que devem imperar nas estratégias corporativas. E você, profissional de TI, precisa mostrar que novas ferramentas já estão disponíveis no mercado.


 

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