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Como proteger seus clientes contra a nova geração de ciberameaças?

Diversas novas vulnerabilidades estão surgindo e gerando inúmeros prejuízos para as empresas. É necessário se manter atualizado para garantir a segurança dos dados corporativos.



Com o aumento do uso da tecnologia, as empresas possuem cada vez mais equipamentos e sistemas conectados à rede. Este novo cenário no ambiente de trabalho proporciona inúmeras vantagens para os negócios. No entanto, também torna o ambiente muito mais complexo, o que pode acarretar em vários problemas de segurança.

Para lidar com essa nova realidade e ser capaz de garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados corporativos, as empresas precisam conhecer a fundo quais são as principais ameaças virtuais da atualidade e como agir para eliminá-las.

Qual a maturidade dos sistemas e políticas de segurança utilizados por seus clientes? Eles estão preparados para proteger os dados corporativos contra a última geração de ciberameaças? Confira o conteúdo a seguir e saiba tudo sobre esse assunto. Boa leitura!

A nova geração de ciberataques

Os ciberataques estão cada dia mais modernos e bem-sucedidos, à medida que os hackers se aproveitam de tecnologias inovadoras, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Internet das Coisas para o crime.

Graças a esse poder computacional utilizado para modernizar ataques digitais, uma nova geração de ciberameaças mais inteligente e assertiva está surgindo. Ela é capaz de infiltrar em sistemas corporativos sem chamar a atenção e sequestrar dados de forma ágil e bem-sucedida.

Dentre os inúmeros ataques sofridos pelas empresas, alguns se destacam. Confira a seguir quais são as principais ciberameaças de última geração:

Malwares em dispositivos

Já muito conhecido pelas corporações, o malware é um código malicioso que executa atividades criminosos nos dispositivos das vítimas para danificá-los e roubar dados.

Essa ameaça tem se tornado frequente à medida que os colaboradores utilizam cada vez mais dispositivos móveis no ambiente de trabalho. De acordo com o relatório IT Security Economics, metade de todas as empresas sofreu uma infecção por malwares em dispositivo corporativos durante 2019.

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Ataques de ransomware

Ainda segundo o relatório, aproximadamente 40% das pequenas e médias empresas e sofreram algum incidente de ransomware no ano passado. Essa ameaça tem ganhado cada vez mais popularidade devido aos recentes ataques que causaram muito prejuízo financeiro para organizações no mundo todo.

Ele age criptografando os dispositivos das vítimas para restringir o acesso aos sistemas e dados. Assim, para que a empresa consiga ter seu acesso de volta, precisará realizar um pagamento de resgate.

DDoS (Distributed Denial of Service)

O ataque distribuído de negação de serviço age sobrecarregando os recursos de rede, aplicação ou serviço de uma empresa. Para isso, ele envia múltiplas solicitações que excedem a capacidade dos sistemas de lidar com diversas requisições ao mesmo tempo, prejudicando seu funcionamento e até mesmo causando períodos de indisponibilidade.

Segundo o relatório de segurança, 42% das empresas sofreram esse tipo de ataque no ano passado. Para as pequenas e médias empresas, o DDoS custa uma média de US$ 138 mil.

Vulnerabilidades IoT

Graças à Internet das Coisas, as empresas conseguem conectar inúmeros dispositivos, sensores e objetos de forma inteligente. No entanto, há diversas formas de um cibercriminoso acessar recursos e dados a partir desses aparelhos conectados.

Isso porque os dispositivos inteligentes são mais fáceis de serem invadidos por hackers, o que facilita o vazamento de informações sensíveis. Como consequência disso, qualquer equipamento IoT pode ser uma porta de entrada para ciberameaças. Desse modo, a própria rede corporativa se torna vulnerável, já que todas as coisas estão conectadas a ela.

Uma pesquisa da Microsoft constatou que 66% dos entrevistados viam a IoT como um risco cibernético; e 23% classificaram esse risco como "extremamente alto". "Esses dispositivos de IoT são alvos fáceis para os criminosos porque geralmente são mal configurados e pouco gerenciados.

Como proteger os clientes contra a nova geração de ciberameaças?

Para ajudar uma organização a se proteger melhor contra malware, redes de bots, ransomwares, entre outras ameaças, é necessário seguir algumas recomendações, tais como:

  • Detectar malware: a melhor maneira de mitigar malware é por meio de uma abordagem de segurança em camadas, que requer detecção avançada de antivírus sobre ferramentas herdadas.
  • Mitigar botnets: a atividade de botnet é normalmente detectada após a ocorrência de uma infecção. Para eliminá-la, é necessário aproveitar a inteligência de ameaças, que pode desempenhar um papel vital na sua identificação;
    Atenuar e detectar explorações de segurança: à medida que as vulnerabilidades são divulgadas, o usuário deve atenuar a ameaça com patches ou soluções alternativas oferecidas por seus provedores de serviços. Além disso é preciso manter os sistemas e aplicativos sempre atualizados.
  • Reforçar as medidas de proteção: a organização deve tomar diversos cuidados importantes em sua rotina, como alterar todas as senhas padrão, implementar uma solução avançada de filtragem de spam para evitar ataques de phishing, implementar firewalls e realizar todas as atualizações de segurança.
  • Treinar seus usuários: fornecer treinamentos para os colaboradores e manter as políticas de segurança cibernética sempre atualizadas é parte essencial de qualquer estratégia de segurança cibernética. As empresas precisam adotar uma cultura de cibersegurança para garantir que todos trabalhem a favor da prevenção de incidentes.

Quando se trata de segurança cibernética, as empresas mais bem preparadas para enfrentar a nova geração de ciberameaças serão aquelas que sairão na frente no mercado. Portanto, busque manter-se atualizado!

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