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Como garantir a segurança em dispositivos móveis?

Conheça os principais problemas que podem afetar os aparelhos e 7 dicas para aprender a protegê-los dessas ameaças.

 

Como garantir a segurança em dispositivos móveis?

 

Após a consolidação do uso da internet em dispositivos móveis, o número de ameaças à sua segurança cresceu de forma acelerada. De acordo com empresas de segurança, a maioria das infecções em dispositivos móveis são causadas por vírus e podem acontecer por causa da falta de atualização dos sistemas operacionais dos aparelhos ou pelo usuário acessar sites não seguros.


Os ataques a esses dispositivos podem ocorrer de diversas formas, como através de aplicativos falsos instalados a partir de lojas não oficiais, SMS ou Phishing, que é uma técnica de fraude online usada para roubar informações pessoais, senhas de banco, entre outros. Portanto, tomar algumas precauções podem minimizar esses problemas, como não instalar aplicativos de fontes não conhecidas. Assim, o sistema operacional não se torna vulnerável.

 

Há diversos malwares que atacam dispositivos móveis, como o Trojan (Cavalo de Tróia) e são destrutivos. O ataque por Phishing também é muito usado por Hackers, devido ao aumento de número de pessoas que acessam aplicativos pelo smartphone para realizar tarefas do dia a dia, como transações bancárias, compras online e outras. Mensagens falsas são enviadas por SMS para enganar o usuário. O Rootkits, software malicioso, também pode causar diversos danos, como colher informações pessoais da vítima.

Outra fonte de ameaças aos aparelhos são locais com redes Wi-Fi públicas, como shoppings, praças e aeroportos. Pessoas mal-intencionadas podem implantar pontos de acesso Wi-Fi falsos. Caso o usuário acesse informações pessoais utilizando essas redes, poderá ter seus dados roubados.

A prática de BYOD (Bring Your Own Device) já faz parte da maioria das empresas atualmente e também pode trazer vulnerabilidade aos dados da corporação e dos funcionário, se não houver políticas de segurança e controle de acesso. Caso as empresas não possuam sistemas adequados para alertar os funcionários sobre os riscos à segurança e incentivá-los a praticas de proteção, deixarão expostos todos os dados sensíveis da companhia.

Para evitar que algum desses problemas ocorra, seguir algumas dicas de segurança é essencial:

Possuir um antivírus no aparelho

Como ficam conectados a maior parte do tempo, a exposição a vírus é grande, por isso, um antivírus eficiente garante a proteção do dispositivo e, ainda, pode ajudar em sua performance, como possuir softwares de bloqueio de pop-ups, programa antirroubo e bloqueio contra spam.

Alteração de senhas periodicamente

Usar a mesma senha em todos os dispositivos por muito tempo pode ser arriscado. O ideal é modificá-la a cada três meses e usar uma combinação de números e letras.

Cautela ao abrir e-mails

É muito comum utilizar smartphones para checar a caixa de e-mails, porém, muitos vírus podem ser anexados a eles. Por isso, deve-se ter cuidado com remetentes desconhecidos ou títulos estranhos.

Uso de redes Wi-Fi abertas

Pontos de conexões públicas sempre trazem riscos. Realizar compras online ou outras operações que utilizem dados pessoais devem ser evitados.

Modificação do sistema

Evite procedimentos de desbloqueios não-oficiais, pois essas alterações podem incluir vírus ou programas que permitam o controle remoto do aparelho.

Navegação segura

Há sites com vírus que são preparados para infectar especialmente dispositivos móveis. Durante o acesso, é possível identificar qual é o tipo de aparelho do visitante e tentar ataques específicos para cada tipo de equipamento.

Backup na nuvem

Realizar cópias de segurança é uma tarefa importante para o caso de roubos ou perdas de dados não salvos.

A falta de políticas de segurança móvel deixa os dados sensíveis ainda mais vulneráveis, por isso, deve ser criada e conter regras de autenticação e restrições e exigir o uso de senhas. A política de uso de aparelhos móveis deve ser parte do processo de integração de corporações. Deve ser lida e assinada antes de novos funcionários receberem aparelhos da empresa ou acessarem os recursos da companhia com seus dispositivos pessoais.

Quando o dispositivo é infectado, o usuário se torna exposto ao roubo de informações, vazamento de imagens, números da lista de contato, dados ao sistema operacional e até no hardware. Muitas vezes esses ataques ocorrem de forma sutil, porém há alguns problemas que podem detectar que o aparelho foi infectado, como a bateria acabar mais rápido do que o normal, o dispositivo tentar se conectar sozinho a outros via Bluetooth, os créditos acabarem sem uso, entre outras.

 

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