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Serviços sem servidores: novas oportunidades para a TI

Entenda como esse modelo computacional de virtualização pode beneficiar revendas e clientes.


O uso de containers para a separação de ambientes de TI tem, recentemente, se tornado uma opção ultrapassada. Os desenvolvimentos tecnológicos migram, cada vez mais, para a computação sem servidores (serverless computing), ainda que o nome não seja tão apropriado, uma vez que as aplicações e códigos devem ser rodados em computadores.

O nome “computação sem servidor”, no entanto, se relaciona mais diretamente com uma ideia implícita de que as aplicações e funcionalidades podem ser executadas sem preocupações a respeito do tipo de servidor que se possui. Isso porque nesses casos é utilizada uma infraestrutura de nuvem as a service, eliminando a necessidade de gerenciar infraestruturas físicas.


O que é computação sem servidor?

Ela deve ser compreendida como sendo uma abstração servidores, infraestrutura e sistemas operacionais na qual o programador pode passar a trabalhar com bits de códigos mais contidos que, posteriormente, são implantados diretamente como microsserviços independentes.

Assim, o que temos é a possibilidade de criar aplicativos sem a necessidade de provisionamento e gerenciamento de servidores, eliminando as preocupações com infraestruturas. Isso porque a reação que esse modelo computacional estabelece é em tempo real e na nuvem, baseando-se na ocorrência de gatilhos e eventos já conhecidos, cobrando apenas pelos recursos consumidos no processo e pelo tempo em que o código é mantido em execução.

Por meio desse processo de estabelecimento de eventos, a computação sem servidor é o desenvolvimento de um funil, capaz de transformar, a partir de bases pré-definidas para análise, dados brutos em material pronto para uso na execução de códigos, de forma que as necessidades de processamento vão diretamente de encontro com as necessidades da Internet das Coisas, onde grandes fluxos de dados precisam ser processados a cada momento, principalmente por sua eficiência na análise de dados em tempo real.


O que acontece com as infraestruturas propriamente ditas?

É importante entender que na computação sem servidor não existe a eliminação da infraestrutura, apenas sua ocultação sob múltiplas camadas de abstração. É assim que as mais recentes evoluções desse modelo se apresentam, como é o caso da computação definida por software, onde inúmeras linhas de códigos são aplicadas para definir sistemas e plataformas, além de aplicações e hardwares.

A construção de uma nuvem privada em um ambiente sem servidor, dessa forma, pode ocorrer por meio da combinação de diferentes abstrações.


Existem 5 principais camadas a serem compreendidas, são elas:

1. A camada mais profunda é o servidor físico. Mesmo a computação sem servidor depende de uma base física, que não respeita os conceitos entendidos atualmente, uma vez que ela serve como base, mas não é nela que processamento, armazenamento e interface estão localizados;

2. O elemento físico é, geralmente, seguido de uma camada de virtualização. Aqui, um hipervisor auxilia no estabelecimento das máquinas virtuais responsáveis por tirar o servidor oficialmente do ambiente físico. Ainda é possível adicionar a essa camada virtual os elementos da nuvem e da automação de serviços;

3. A partir dessa virtualização e do ambiente em nuvem que se estabelece, são estabelecidos alguns clusters para serviços, definindo alguns containers;

4. A quarta camada é aquela onde as plataformas de computação sem servidor são contidas e instaladas, oferecendo serviços lambda de aplicação;

5. Para finalizar o processo e ter uma computação sem servidor completa, são criados e implantados as aplicações de microsserviços, o que acontece a partir da submissão funcional de bits de código que vão ser executados sobre todas essas camadas.


Onde estão as oportunidades?

Cada vez mais se observa departamentos de TI buscando por transformação digital e por provedores de serviços internos, de forma que a computação sem servidor ganha cada vez mais destaque no mercado.

Revendas que trabalham com esse tipo de serviços acabam, assim, ganhando um novo nicho de mercado, mudando o foco das infraestruturas por maneiras mais eficientes de conquistar as mesmas funções e melhorar os processos operacionais, ao mesmo tempo em que se reduz o uso de recursos de seus clientes com compra de equipamentos e manutenção.

Desta maneira, a computação sem servidores se coloca como grande vantagem comercial para empresas, departamentos de TI e para as próprias revendas, permitindo acompanhar os processos de virtualização que ganham mais força na atualidade sem perder a qualidade dos processos internos e resultados dos negócios.

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