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Por que as companhias de tecnologia estão assinando acordos contra ciberataques?

Um acordo firmado ano passado mostra que as empresas estão se juntando contra um mal a cada dia maior: os ciberataques.

No ano passado, tivemos um acordo público firmado entre 34 companhias de tecnologia chamado de “Cybersecurity Tech Accord”. Esse acordo contra ciberataques teve como principal objetivo proteger as informações dos civis dentro da internet e nos serviços online.

Convencidas e requisitadas pelas empresas Microsoft e Facebook, essas empresas prometem fornecer a mesma proteção para todos os civis que utilizarem seus serviços e forem vítimas de ciberataques. O acordo contra ciberataques se mostra como imparcial e favorável à luta contra o ciberataque de forma que, independente do viés de quem sofreu o ataque e de quem o causou - sendo o ataque causado por posicionamento político, nacionalidade ou até mesmo cultura - a frequência desses ataques diminua.

Mas o que esse acordo diz sobre os ciberataques?

Existe um bom motivo para que as empresas assinem esses acordos. Elas desejam se juntar contra os ciberataques, compartilhando defesas e boas práticas de segurança. Podemos dizer que os ciberataques em larga escala acontecem muito hoje em dia, como o que aconteceu em 2017 e 2018. Um ransomware - um vírus “sequestrador” de arquivos e servidores - chamado Wanna Decryptor se espalhou pelo mundo inteiro, afetando empresas de mais de 74 países. 


Esse tipo de ciberataque se tornou cada vez mais comum e, como disse o presidente da Microsoft, Brad Smith, sobre o objetivo do acordo Cybersecurity Tech, a segurança cibernética não é algo que uma única empresa pode fazer, mas o que todas elas podem fazer juntas. Em suas palavras: “Esse acordo do setor de tecnologia nos ajudará a seguir um caminho de princípios em direção a medidas mais eficazes para trabalhar juntos e defender os clientes em todo o mundo.”

Quais são as promessas presentes nesse acordo?


Todas as empresas que assinaram, concordaram com diversos pontos. Os quatro pontos de destaque desse acordo são:

 

1- Fortalecimento da segurança

Esse é o primeiro ponto de todos presentes no acordo. As organizações se comprometeram a montar uma defesa eficiente que não exclui cidadãos por nenhum critério, pois todo civil deve ter o direito à segurança cibernética.


2- Ataques governamentais

Eles não receberão mais apoios das empresas que assinaram o acordo. Todo governo que tem o intuito de fazer ataques cibernéticos contra os civis ou empresas idôneas não será apoiado por elas. Além disso, o comprometimento com a segurança e contra a exploração dos códigos de softwares durante o desenvolvimento deles também faz parte desse item.


3- Boa capacitação de segurança dos desenvolvedores

Esse ponto reforça que as empresas podem e devem trabalhar juntas contra os ataques cibernéticos, bem como contra a falta de segurança dentro de seus softwares.

 

4- Ações coletivas

Por fim, o acordo também estabelece que é necessário uma ação coletiva entre as empresas, bem como os civis e as empresas para criarem um ambiente seguro de acesso e minimizar os danos causados por ataques cibernéticos.


Além desses quatro pontos, o acordo ainda é aberto para receber novas cláusulas e critérios julgados importantes pelas empresas signatárias. Segundo a Conselheira Geral da ARM, Carolyn Herzog, a previsão é de que cerca de um trilhão de dispositivos no mundo estarão protegidos e implementados nos próximos 20 anos. A importância do acordo é grande, diz, pois ela une as empresas em prol de uma base segura para seus clientes usufruírem.


Entre as empresas que assinaram o acordo contra ataques cibernéticos temos: ABB, ARM, Avast, BitDefender, BT, CA Technologies, Cisco, CloudFlare, DataStax, Dell, Docusign, Facebook, Fastly, Fireeye, F-Secure, GitHub, Guardtime, HP Inc., HPE, Intuit, Juniper Networks, LinkedIn, Microsoft, Nielsen, Nokia, Oracle, RSA, SAP, Stripe, Symantec, Telefonica, Tenable, Trend Micro e VMWare.


Esse acordo mostra que as empresas estão não só se preocupando com a segurança dos seus dados, mas como também a segurança dos seus clientes, tanto de civis quanto a de usuários de modo geral. Com tudo isso, é necessário se juntar contra o mal que é o ciberataque e todos os prejuízos que ele pode trazer para empresas, principalmente as de médio e grande porte. A vinda desses ciberataques mundiais só fortalece a busca de uma segurança maior dentro do ramo da tecnologia, e esse acordo é a prova de que isso já está sendo feito.

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