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O que é um plano de recuperação de desastres?

Saiba como criar o plano ideal para beneficiar os negócios de seus clientes.

O plano de recuperação de desastres é um processo de prevenção contra a perda de informações e danos ao negócio que podem resultar de acidentes naturais ou humanos. Assim, enquanto os serviços de backup garantem uma versão salva e armazenada de arquivos e dados, o objetivo principal da recuperação de desastres é garantir que o negócio continue operando durante uma interrupção ou catástrofe.

Construir um plano de recuperação de desastres eficiente e abrangente depende de uma equipe especializada e com conhecimentos sobre o desenvolvimento deste tipo de projeto, uma vez que, caso algum de seus aspectos seja perdido ou mal estruturado, toda a implementação falha, o que, geralmente, só será percebido quando for necessário colocá-lo em ação.

Por meio desse plano, torna-se possível para a corporação definir as prioridades entre os dados e arquivos que possui, determinando que tipo de documento será salvo primeiro e o que deve estar acessível mesmo em períodos de indisponibilidade.

Pequenas e médias empresas não possuem equipe especializada para a criação de um plano de recuperação de desastres, frequentemente recorrendo apenas aos serviços de backup. No entanto, dependendo da periodicidade com que a cópia de segurança é feita, a empresa corre o risco de perder desde o volume de dados obtidos em um dia até o total produzido em uma semana, além de enfrentar maiores dificuldades para que os negócios voltem à ativa.

Mais do que selecionar dados, projetar a recuperação de dados exige um balanceamento entre complexidade e custos, de forma que seja possível determinar os dados sem os quais o negócio pode continuar, por quanto tempo ele aguenta sem todas as informações e quais podem destruir a empresa caso se percam. É a partir destes elementos que se começa a estruturar o plano de recuperação de desastres.


Conheça as cinco partes de um plano de recuperação de desastres:

  1. Objetivo do Ponto de Recuperação (RPO)
    Esta etapa determina quantos dados a empresa está disposta a perder, definindo quais são prioridades para recuperação e quais possuem menos relevância. Geralmente, informações e registros de clientes estão no topo da lista, enquanto dados de marketing, por exemplo, são considerados menos importantes.
  2. Objeção de Tempo de Recuperação (RTO)
    Responsável por pesar quanto tempo é possível ficar sem os dados, considerando o período que o negócio pode levar para organizar suas atividades. Quanto menor o tempo para recuperação, maior o custo da operação, de forma que é preciso pesar as necessidades da empresa com cuidado.
  3. Profissionais
    É a etapa em que os colaboradores da empresa passam a se questionar sobre quais funcionários (ou equipes) resgatarão seus dados primeiro e quem será o suporte do plano de recuperação. Ainda mais importante é identificar se existe uma equipe reserva, visto que o plano depende de intervenção humana para operar e ela pode não estar disponível a todos os momentos.
  4. Restrições regulamentares
    É necessário determinar, para que o plano seja eficiente, se o negócio está sujeito a uma conformidade regulatória, definindo se ele tem a cobertura legal fundamental.
  5. Dados críticos
    Analisar os dados é a última etapa e, provavelmente, a mais importante para que o plano seja bem-sucedido caso precise ser colocado em prática. Aqui são definidos quais dados são críticos para o negócio e quais são as dependências entre diferentes áreas da empresa, determinando as informações essenciais para a continuidade dos processos internos e externos.

Teste e treine

Por muitas vezes, os planos de recuperação de desastres são criados e, automaticamente, deixados de lado, não sendo completamente testados e sem passar por considerações sobre as diversas possibilidades de cenários em que poderão ser acionados.

Quando uma catástrofe acontece, não apenas as naturais, como um furacão, mas também cibercrimes ou uma falha no sistema de incêndio que inunda a sala de computadores, o plano falha, em partes por má estruturação do mesmo, em partes pelo despreparo da equipe em dar início a seus protocolos.

Os recursos e necessidades que os negócios possuem mudam com o passar do tempo, a localização, a equipe e dados armazenados também, de forma que é natural pensar na necessidade de, constantemente, treinar e modificar o plano de recuperação de desastres, garantindo, assim, que ele ainda se adéque aos processos e dados que precisam ser protegidos.

Treinar o time também é peça fundamental para aumentar as chances de sucesso do plano, o que deve ser feito por meio de apoio e suporte oferecido pela alta administração e estendido a todos os funcionários da empresa.

As soluções em nuvem são, atualmente, uma das principais formas de equilibrar complexidades e custos na estruturação de um plano de recuperação de desastres, servindo como base para serviços o Microsoft Azure Site Recovery, que auxilia e facilita o desenvolvimento destes planos no portal Microsoft Azure.

Este serviço oferece um método simples para a proteção de dados, orquestrando rapidamente a recuperação, criando serviços críticos, seguidos de menos sistemas-chave, respondendo às complexidades ou simplicidades que os requisitos empresariais exigem.

Desta forma, oferecer serviços de recuperação de dados Microsoft Azure pode ser o elemento diferencial de sua revenda, permitindo oferecer ao cliente bases essenciais para a sobrevivência de uma empresa, protegendo dados e garantindo a continuidade das operações mesmo em casos de interrupções.

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