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Como funciona a máfia do cibercrime?

Veja dados sobre a máfia do cibercrime e como os cibercriminosos atuam e alerte seus clientes para investir mais em segurança.

Foi-se o tempo em que os criminosos buscavam apenas danos materiais em outras empresas ou que invadiam apenas agências físicas de empresas. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia e a informatização das empresas , os criminosos mudaram o seu alvo. Os ataques não são mais físicos e eles vêm cada vez mais focados em dados digitais como informações pessoais de clientes e sequestros de arquivos.

Existe mesmo uma máfia do cibercrime?

O termo ‘máfia’ remete a um grupo de criminosos que atua infiltrado dentro da sociedade. O conceito ‘máfia do cibercrime’, neste caso, pode ser entendido como um grupo de criminosos que trabalha escondido no meio digital, ou seja, um grupo que navega como usuários comuns mas na realidade são profundos conhecedores de malwares.


Os cibercriminosos de hoje em dia estão fazendo parte dessa máfia e as empresas precisam lidar todos os dias com ameaças como os ransomwares e vazamentos de dados pessoais. Sem conhecer quem são eles e como atuam, as empresas podem ter prejuízos inigualáveis.

Como a máfia do cibercrime atua?

Todos os dias novas brechas se abrem e são descobertas dentro de sistemas. Por isso, é importante estar atualizado com todos os softwares utilizados dentro da empresa, ou pelo menos os principais, caso não seja possível um controle total.


O famoso ataque de 2017, por exemplo, foi mais uma ação dessa máfia do cibercrime. Os computadores com sistema operacional Windows, incluindo os servidores Windows, tiveram vulnerabilidades exploradas pelo exploit EternalBlue. Ao ser executado, o ransomware WannaCrypt infecta o computador do usuário e consegue se espalhar pela rede utilizando o protocolo de comunicação SMBv1 usado para compartilhar pastas e impressoras. Mesmo com as atualizações do Windows, várias empresas não atualizaram seu servidor e, sem dúvidas, não esperavam um ataque desse tamanho que atacou cerca de 74 países do mundo. É por conta disso que essa máfia do cibercrime está sempre se atualizando: para surpreender empresas de todos os portes e segmentos.

O que os dados falam da máfia do cibercrime?

A empresa de consultoria Gartner estima que os gastos com segurança em empreendimentos foi por volta de 96,3 bilhões de dólares no ano passado. O crescimento foi, segundo ela, de 8% em relação a 2017. A atuação da máfia do cibercrime foi violenta durante o período de 2015 até esse ano, haja vista que os ataques cresceram em 20x durante o período.


O crescimento desses crimes se deu por conta de vários fatores, mas o principal deles é que os criminosos estão sendo financiados para realizar os ataques.

O mercado dos cibercriminosos

Em troca de dinheiro, a maior parte dos hackers são “alugados”. Os serviços de profissionais hackers, geralmente programadores de TI, oferecem um certo retorno para quem os contrata. Não são apenas pessoas que alugam hackers para conseguir acesso em redes sociais, por exemplo, mas empresas que agem de má-fé para destruir a concorrência. Sabendo que não podem vencer a concorrência de forma honesta, algumas empresas tentam desmoralizar a outra a partir de cibercrimes, sem deixar rastros.


Além desses hackers que trabalham por dinheiro, temos outros três tipos de serviço dentro dessa máfia do cibercrime: os que utilizam para fins políticos, aqueles financiados pelo governo e os tradicionais.


Os serviços de fins políticos dentro da máfia do cibercrime é simples: conseguir informações sobre determinada organização ou pessoa política para fazer chantagens e até mesmo denegrir a imagem de certas figuras políticas, interferindo com muita frequência em eleições presidenciais, como vimos atualmente com a eleição de Donald Trump nos EUA. Temos também os ataques financiados pelo governo para conseguir informações de outros países, para conseguir roubar alguma inteligência de mercado, tática de guerra ou algo referente à estudos e ciência, por exemplo. E, por fim, os hackers mais tradicionais dentro da máfia que cometem crimes relacionados ao mundo físico: tráfico de drogas, armas, roubo de carros e muitos outros.


O cibercrime está sendo amplamente explorado e, conforme os números mostram, a quantidade de cibercriminosos têm crescido nos últimos três anos. Investir em segurança não só evita qualquer prejuízo para as empresas, mas também evita a sua falência, dependendo da intensidade e gravidade do ciberataque. A preocupação é, portanto, não apenas física contra bandidos tradicionais, mas digital, com hackers a cada dia menos rastreáveis e mais invisíveis.

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