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As novas perspectivas para o futuro da computação

Entenda a evolução prevista pela lei de Moore e como o desenvolvimento das tecnologias tem se alterado
Uma das principais regras existentes para o desenvolvimento das tecnologia, estabelecendo, por muito tempo, o que se podia esperar do futuro da computação, é a proposta de Gordon Moore, cofundador da Intel, e que recebe seu nome. A lei de Moore prevê que o poder de processamento é duplicado a cada dois anos, aproximadamente, a medida que os transistores se tornam menores, sendo embalados em borrachas de sílica, aumentando seu desempenho e reduzindo os custos.

A verdade registrada no enunciado desta lei pode ser percebida ao vermos a quantidade de smartphones existentes atualmente, supercomputadores em tamanho de bolso, com processadores de grande capacidade. Desta forma, com a lei de Moore o que se observa são especialistas e civis aguardando por novas inovações e melhorias a cada ano.

Cinco décadas após a lei ser enunciada, ela começa a não se mostrar mais tão válida. Reduzir o tamanho dos transistores já não é suficiente para garantir redução de custos ou rapidez. Isso não quer dizer que o progresso da computação será interrompido, apenas que os focos estão se alterando. O hardware não será mais o elemento central, embora seu progresso apenas reduza de velocidade, de forma que a computação ruma para o futuro por meio de três outras áreas: software, nuvem e arquitetura.

O progresso dos softwares

Um dos exemplos que se pode dar para esta área é o Minecraft, aplicado pela Microsoft para construir uma inteligência artificial “geral”, que possua a capacidade de pensamento humana, não se enquadrando mais nas programações para funções específicas, mas em uma realidade em que o objetivo é treinar computadores a desenvolverem seus próprios raciocínios.

Vemos aqui que, ao contrário dos direcionamentos estabelecidos por Moore, a força bruta dos computadores não é suficiente, sendo essencial a evolução das tecnologias de aprendizado das máquinas. Assim, a redução da velocidade de evolução dos hardwares se coloca, na verdade, como incentivo para que softwares mais inteligentes surjam.


A autonomia oferecida pela nuvem

O desempenho dos dispositivos autônomos depende de sua velocidade de processamento, limitando sua utilização e dependendo de alterações de hardware para sua melhoria. No entanto, com o surgimento de redes de centros de dados capazes de oferecer serviços por meio da internet, surge uma infinidade de recursos.

A nuvem, em toda sua flexibilidade, possibilita pesquisas por e-mail, melhores rotas de viagem rodoviária, armazenamento de arquivos, aumento na segurança de backups. Sua ampla capacidade de conexão e disponibilidade de dados aumenta a capacidade de seus recursos e a velocidade no processamento, principalmente por evoluir paralelamente aos recursos dos smartphones, aumentando a velocidade de processador e, consequentemente, a autonomia dos usuários.


A especialização das arquiteturas

O desenvolvimento das novas arquiteturas resulta em chips especializados automatizados para empregos específicos e para diferentes técnicas de exploração de mecânicas quânticas, tornando possível cruzar uma grande variedade de conjuntos de dados simultaneamente.

Este tipo de especialização das arquiteturas não era necessária no momento em que a otimização dos microprocessadores genéricos se desenvolvia rapidamente, mas com o desenvolvimento de chips especificamente para a computação em nuvem, processamentos de rede neural e visão por computador, entre outras, essa especificidade se torna necessária.

Assim, temos mais um exemplo de como o desempenho bruto de dispositivos do usuário final já não é mais tão necessário, uma vez que o trabalho mais pesado tem sido transferidos para áreas menos dependentes de hardwares por meio da virtualização.


Mas atenção!

É necessário compreender que a lei de Moore nunca foi um direcionamento físico ou matemático, mas uma profecia, um guia para o planejamento central e estratégico para o setor de tecnologia, por meio da qual os esforços foram coordenados e as ações sincronizadas.

Abrir mão desta lei deixa, desta maneira, todo o processo de evolução tecnológica um pouco mais imprevisível, o que não significa que os consumidores perceberão a desaceleração da evolução, mas que o mercado enfrentará alguns problemas e a necessidade de ajustes na melhoria do desempenho dos dispositivos e da disponibilidade das tecnologias.

Para empresas, o fim da lei de Moore significa uma intensificação da migração para a nuvem, como já percebemos atualmente, acompanhando a atual redução da frequência das atualizações de computadores e da operação de servidores próprios de e-mail.

Desta forma, o que observamos é que por muitos anos a redução no tamanho de transistores permitiu tornar computadores cada vez mais potentes e baratos e que, a medida que este processo deixou de acontecer ou ser suficiente para responder às demandas de mercado, o processo se torna menos metronômico.

Computadores e demais dispositivos sempre vão evoluir para se tornar cada vez mais poderosos, o que muda é apenas a forma como isso acontece.


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