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Cibersegurança: conheça a sequência de um ataque contra redes corporativas

Identificar como os criminosos realizam o ataque é o primeiro passo para criar uma estratégia eficiente de proteção de dados.

 

Cibersegurança: conheça a sequência de um ataque contra redes corporativas

 

Garantir a segurança da rede de uma corporação é uma tarefa complexa que exige muito preparo da equipe de TI. Os CIOs precisam sempre estar alertas para acompanhar as evoluções da tecnologia. Um dos maiores desafios da TI é justamente conseguir estar à frente dos criminosos, pois as tecnologias usadas por hackers são aprimoradas o tempo todo.


Esse tipo de criminoso representa altos riscos às corporações, pois procura o elo mais fraco na cibersegurança para conseguir invadir o sistema e roubar informações confidenciais para lucrar a partir dos dados da empresa.


Embora esses ataques estejam cada vez mais evoluídos, normalmente, eles se dão a partir de táticas simples, como por meio de e-mails infectados que aparentam ser de fontes confiáveis. Este é um truque muito simples, mas que ainda traz muitos resultados, qualquer pessoa, desde um CEO até um empregado com menos acesso ao sistema, pode ser enganado.

 

Por isso, para adaptar as técnicas de segurança e construir uma arquitetura eficiente de proteção, é necessário levar em conta qual a realidade desses criminosos. Para ajudar seu cliente a defender sua empresa tanto de ataques simples, como também contra os complexos deve-se pensar como hackers e seguir o ciclo que, normalmente, é executado por eles.


Confira a sequência de passos em um ataque para roubar ou danificar um alvo dentro de uma corporação:


1 - Coleta de dados

Primeiramente, ao planejar um ataque, os criminosos definem a empresa que será o alvo e onde será executado o ataque. Assim, eles começam a coletar endereços de IP e nomes de perfis de usuários com ampla permissão de acesso dentro do ambiente que podem armazenar dados corporativos sensíveis ou pessoais. 

 

2 - Exploração

Depois de listar os funcionários e perfis mais vulneráveis que serão alvos do

ataque, os hackers partem para o processo de varredura. Eles verificam as instâncias específicas dos aplicativos vulneráveis que estão sendo executados no ambiente.

 

3 - Enumeração

Quando são identificados os aplicativos mais frágeis, os criminosos procuram versões precisas das tecnologias que possuem alguma falha e podem ser invadidas.


4 - Invasão

Após achar o ponto de entrada, eles começam a comprometer o servidor web, aproveitando vulnerabilidades ou problemas de configuração para conseguir acesso. Em seguida, determinam como interagir com o alvo e sistema operacional subjacente e, assim, se infiltram para examinar até onde podem expandir o ataque dentro da rede.


5 - Escalada

Ao dar continuidade ao ataque, os hackers criam perfis de usuários com privilégios de acesso para espalhar as ameaças de forma mais rápida e ampla.


6 - Pilhagem

A etapa final é conseguir acesso a dados sensíveis e relevantes, como dados pessoais, de cartão de crédito, informações críticas da empresa e outros dados de clientes para conseguir usar em benefício próprio.


Depois de entender como os criminosos costumam agir, é necessário elaborar estratégias para bloquear os ataques. Normalmente, muitas empresas apostam em diversos serviços de vários fornecedores para reforçar a segurança do ambiente em diferentes áreas de risco. Porém, é preciso identificar quais tipos de fragilidades os hackers encontram nos sistemas em silos de segurança de endpoints, gateway e de Data Center para, só assim, pensar em soluções mais eficientes. Além disso, as ferramentas de segurança precisam trabalhar juntas e os funcionários estarem bem treinados para diminuir a vulnerabilidade do acesso.

 

À medida que as organizações consomem serviços e infraestruturas na nuvem, a necessidade de modelos diferentes de segurança aumenta. Por isso, é essencial criar perímetros baseados na identidade de acesso ao ambiente na nuvem, implantando políticas sobre as interações entre usuários e a Cloud, para que fique cada vez mais difícil que alguém mal-intencionado encontre alguma brecha.


Além disso, uma nova abordagem na arquitetura é a criação de perímetros de segurança individuais em torno de cada carga de trabalho executada dentro do Data Center. A microssegmentação possibilita a separação da rede em unidades únicas, criando zonas de confiança para cada aplicação ou carga de trabalho.


Outra forma para se proteger de invasões é utilizar a criptografia. Assim, caso haja um ataque, é possível garantir que os dados roubados sejam inúteis para os criminosos. As empresas devem investir em tecnologias que permitam que os dados sejam criptografados sem quebrar as aplicações. Assim é possível codificar as informações mais importantes e continuar realizando o processo gradualmente.

 

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