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As análises Big Data pós-Internet das Coisas

O aumento no volume de dados após a adoção de dispositivos IoT tem interferido diretamente nas análises corporativas e nas questões de sigilo e segurança da informação.

 

As análises Big Data pós-Internet das Coisas

 

A privacidade de dados sempre foi uma das maiores preocupações das corporações e questão central dos departamentos de TI que estão sempre em busca de soluções aprimoradas para realizar a proteção eficiente das informações corporativas e ainda mantê-las sigilosas.

A prática de Big Data, já consolidada como ferramenta de análise de informações na maioria das empresas, tem gerado diversas discussões desde o ínicio sobre a privacidade dos dados e usuários. Agora, com a popularização de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) nos ambientes de trabalho, o cenário se transformou.

Essas duas tendências se relacionaram, pois com o aumento do volume de dados gerados, as análises Big Data puderam ser mais aprofundadas, precisas e inteligentes, o que só foi possível por meio da IoT.

Entretanto, a integração das duas tecnologias elevou o conceito da análise de dados, que agora tem múltiplas aplicações. Isso aumentou ainda mais a preocupação das empresas com as questões da privacidade das informações, que se tornaram mais detalhadas e passaram a exigir medidas mais reforçadas para serem eficientes.

Para controlar a questão, a TI deve tomar algumas medidas operacionais que garantam que os grandes volumes de dados corporativos sejam mantidas em sigilo e contem com a proteção necessária. Saiba quais são elas:

1 - Inspecionar fornecedores de serviços em Cloud utilizados pela empresa

Fornecedores de serviços na nuvem podem oferecer diferentes níveis de privacidade e segurança e é necessário que a equipe de TI determine qual será o adequado para atender às demandas da empresa. Os preços desses serviços personalizados provavelmente serão bem maiores do que práticas padrões, que também são oferecidas.

Entretanto, são fundamentais para o bom funcionamento da privacidade e segurança das informações. Por isso, a TI deve avaliar cuidadosamente e determinar quais práticas são capazes de atender os níveis internos e padrões de governança da corporação.

Além disso, é importante contar com avaliações periódicas de auditorias externas sobre as práticas de proteção e segurança de dados dos principais fornecedores de serviços de Cloud Computing.

2 - Utilizar Nuvens privadas

Ainda que a Cloud pública também ofereça proteção às informações dos clientes, muitas empresas ficam receosas por esse modelo ser multi-tenancy, em que diversos clientes compartilham o mesmo ambiente. Por isso, uma boa opção para reforçar a proteção das informações é implementar um ambiente privado para ser possível manter um controle maior sobre os dados.

3 - Tornar os dados anônimos

É possível manter a privacidade das informações de clientes por meio da “anonimização” dos dados, ou seja, a TI pode utilizar métodos como a criptografia dos elementos que identifiquem informações específicas dos usuários, além disso é possível agrupar informações parecidas e criar médias para não ser possível identificar diretamente o dono da informação.

4 - Seguir as regulamentações vigentes de proteção de dados

Há conjuntos de normas que regulamentam a proteção de dados da população e o tratamento e circulação dessas informações. Eles visam garantir uma proteção ainda mais rigorosa das informações pessoais e, caso as empresas não cumpram as medidas necessárias, poderão sofrer multas. Portanto, é necessário que os negócios fiquem sempre atentos às medidas de segurança que estão em vigor para não ficarem irregulares.

5 - Realizar auditorias de engenharia social

É necessário adicionar às auditorias regulares uma auditoria referente às ações dos funcionários. Esse tipo de processo procura por ataques como: phishing nas informações de e-mails, ataques telefônicos e até de entrada física e ação mal intencionada dentro da corporação e realizadas pelos próprios colaboradores. Dessa forma, a TI consegue identificar áreas potenciais de vulnerabilidade e saber em quais locais deve reforçar a proteção.


A Internet das Coisas veio para transformar o conceito de análise Big Data utilizados pelas corporações. Por meio dela é possível acessar uma série de informações úteis aos negócios que, antes, estavam fora de alcance. Entretanto, junto à série de vantagens que o alto volume de dados proporcionou, vieram as preocupações com os limites tênues da invasão de privacidade dos usuários.

Por isso, é importante que as empresas estejam preparadas para utilizar todo o conteúdo útil a favor de seus negócios ao mesmo tempo em que garantem a proteção e privacidade de seus usuários.

 

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