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8 armadilhas comuns na prática BYOD para evitar

Algumas táticas utilizadas pelas empresas podem atrapalhar a adesão dessa prática. Saiba quais são elas e alerte seus clientes.

 

8 armadilhas na prática BYOD para evitar

 


Os benefícios da prática BYOD já são muito conhecidos pelas empresas, mas algumas armadilhas podem atrapalhar seu funcionamento e até ameaçar a segurança da rede, reduzir a produtividade dos colaboradores e gerar despesas inesperadas.

Veja a seguir quais são elas:


1 Evitar o BYOD

Algumas empresas ainda tentam resistir à prática e proibir que seus funcionários utilizem seus próprios aparelhos no ambiente de trabalho, mas isso já é praticamente impossível. Atualmente, os dispositivos móveis tornaram-se ferramentas de trabalho eficazes e essenciais.

2 Não suportar dispositivos comuns

Quando as empresas começaram a incorporar o BYOD era comum restringir os dispositivos ou sistemas operacionais que poderiam ser utilizados. Entretanto, o ideal é oferecer mais opções em vez de limitá-las, assim, os colaboradores podem escolher seus próprios aparelhos, hardwares e softwares de acordo com os trabalhos que realizam.

Além disso, ao possuir uma estrutura e políticas voltadas para um tipo de dispositivo, geralmente é uma tarefa fácil estender o suporte para outros modelos.

3 Monitoramento excessivo

Há uma enorme quantidade de dados nos dispositivos pessoais dos colaboradores de uma empresa, desde e-mails relacionados ao trabalho até arquivos pessoais. As ferramentas que realizam o gerenciamento dos dispositivos possuem permissão de acesso para monitorar todas essas informações.

Porém a empresa deve tomar cuidado com esta questão, é necessário ter um controle sobre o monitoramento para que a privacidade dos usuários não seja violada, causando possíveis problemas legais para a corporação.

4 Bloquear e-mails

Para facilitar o monitoramento e a segurança dos aparelhos, algumas empresas impedem o uso de aplicativos não padronizados de e-mail e de alguns calendários utilizados pelos usuários. Porém, a maioria dos sistemas operacionais atuais são capazes de segregar e-mails corporativos em diferentes contêineres seguros. Assim, a equipe de TI pode permitir que cada usuário escolha qual utilizar.

5 Não facilitar grupos de auto apoio

Os primeiros adeptos da tecnologia BYOD possuem grandes conhecimentos que poderiam ajudar os outros colaboradores iniciantes nessa prática ao fornecer ferramentas de auto apoio. Empresas que não permitem esse processo acabam gerando mais trabalho para as equipes de suporte.

É possível criar páginas de intranet ou outros mecanismos de publicação para os usuários poderem publicar dicas sobre como configurar seus dispositivos para acessar serviços corporativos. Esse tipo de atitude ajuda o suporte.


6 Criar barreiras a planos de celulares

É cada vez mais comum que muitos colaboradores substituam telefones de mesa pelos dispositivos móveis que utilizam. Muitas vezes, a empresa pode querer que os funcionários transfiram seus aparelhos para um plano de celular corporativo. Isso pode tornar o processo excessivamente caro e dificultar a adoção da prática BYOD.

7 Não combinar segurança e risco

Embora existam diversos riscos de segurança ao permitir que dispositivos pessoais de funcionários acessem os serviços da empresa, é necessário adequar os requisitos de segurança à esses riscos. Porém, não adianta exigir que os colaboradores instalem uma enorme quantidade de aplicativos de segurança que vão acabar afetando sua produtividade e ir contra a intenção maior do BYOD, que é tornar os colaboradores mais eficientes e livres para utilizarem os dispositivos que desejarem.

8 Não usufruir os benefícios do BYOD

Ainda que traga diversas vantagens para os funcionários, o BYOD também favorece a empresa. Por exemplo, o suporte a hardwares e softwares que antes era de responsabilidade da TI, passa a ser dos usuários finais e seus fornecedores. Assim, os ativos de TI podem ser dedicados a outras atividades.

 

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