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7 principais diagnósticos que aparelhos de teste Wi-Fi precisam fazer

  • Categoria:

    Redes

    | Tempo para ler: 4 min

Dados precisos e diagnósticos corretos são essenciais para que você garanta um bom trabalho de manutenção na rede Wi-Fi. Conheça quais são as principais coisas que você precisa saber através de um aparelho de teste confiável.

 

7 principais diagnósticos que aparelhos de teste Wi-Fi precisam fazer

 

 

Bons diagnósticos são fundamentais para diversas áreas profissionais, não apenas para o setor de tecnologia. Assim, conhecer os dados disponíveis torna o trabalho mais fácil, rápido e proporciona maior qualidade, seja envolvendo ações preventivas, corretivas ou de melhorias no sistema. E quando o assunto é rede Wi-Fi, as coisas não são diferentes.

Muitas vezes, contudo, é tentador ceder à praticidade e aos custos menores de aplicativos de teste, disponíveis para celulares. Mas será que essa é a melhor solução? Relacionamos abaixo alguns dados que ferramentas profissionais oferecem e que não são, necessariamente, precisos em aplicativos. Portanto, as análises geradas por esse investimento precisam ser eficazes para que lucros não se transformem em prejuízos.


1 – VERIFICAÇÃO DE INTERFERÊNCIAS

Um dos problemas mais frequentes em redes Wi-Fi são as interferências. Com menos tempo disponível para transferência de dados, os dispositivos ficam com o desempenho mais lento. As interferências podem ser tão elevadas que até a conectividade pode ser prejudicada. Por isso, a porcentagem correta do tempo que um canal é utilizado com sinais que não têm origem Wi-Fi são importantes no diagnóstico preciso.

 

2 – UTILIZAÇÃO DO CANAL

Os canais são utilizados isoladamente. Enquanto um dispositivo transmite os dados, outros aparelhos no mesmo canal precisam aguardar o envio e recebimento. Portanto, definir o tráfego no canal, vendo a porcentagem do tempo que ele é usado, é primordial para saber a origem do baixo desempenho da rede. É importante salientar ainda que essa porcentagem de tempo é diferente do número de pontos de acesso que o canal possui, dados comumente confundidos.


3 – IDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOS

A visibilidade dos dispositivos que estão na rede também é de extrema importância para resolução de problemas específicos de conexão. Existe algum aparelho que não deveria estar conectado? Existem muitos usuários causando a alta utilização do canal? Essas e muitas outras questões podem ser analisadas verificando quais dispositivos estão associados a quais pontos de acesso e SSIDs.

Nem sempre somente os usuários conectados representam a causa de problemas de mal desempenho das redes. Por isso, além de identificar os conectados, também é necessário saber aqueles que sondam as redes, através de recurso que mostram quais dispositivos estão transmitindo sondas para os SSIDs, e não necessariamente associadas a eles. Essa capacidade de análise vai ajudar na compreensão das necessidades de uso, além de questões de segurança, como determinar origens e alvos de ataques.

 

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4 - TAXAS DE REPETIÇÃO

Toda vez que um dispositivo envia dados, ele precisa receber a confirmação do destinatário, acusando o recebimento. Quando isso não acontece, ele retransmite esses dados, influindo assim na taxa de repetição. São diversos motivos que podem interferir nessa comunicação, como materiais, congestionamentos e interferências. As repetições derrubam o desempenho da rede Wi-Fi porque impactam diretamente no tempo de uso dos canais, resultando claramente em transmissões insuficientes.


5 – SERVIÇOS EM FUNCIONAMENTO

Garantir que todos os serviços ligados à rede estejam com o devido funcionamento economiza tempo na solução de problemas. Isso porque a falta de conectividade pode ser atribuída ao DNS, por exemplo, e não necessariamente à rede sem fio. Então, serviços como LAN, WAN, DHCP, além dos pontos de acesso e conectividade precisam estar funcionando adequadamente.


6 – CONFIGURAÇÃO DOS PONTOS DE ACESSO

Algumas funcionalidades de ferramentas profissionais de análise de rede Wi-Fi oferecem informações mais detalhadas do que as disponibilizadas por aplicativos. São verificações que vão além de determinar qual é a segurança usada por um ponto de acesso, como exemplo. É preciso saber o quanto ponto de acesso suporta de largura de canal, taxa de dados, dispositivos, quantos fluxos espaciais são utilizados, entre outros.


7 – DETECÇÃO DE PONTOS DE ACESSO NÃO AUTORIZADOS

A fim de mitigar os riscos à segurança, é necessário ainda identificar os pontos de acesso que operam na mesma área da rede, mesmo que estes não estejam ligados diretamente à infraestrutura. Eles podem afetar o desempenho porque tornam desconhecidos os usuários que nelas estão conectados, sendo necessário sua remoção para garantir a seguridade do sistema.

Munido com estas informações, procure qual a melhor alternativa para assegurar um bom trabalho de manutenção, prevenção ou melhoria das redes. E lembre-se: é melhor garantir um bom trabalho do que ficar retornando e vendo o seu lucro se perdendo no ar, nos sinais imprecisos de uma rede Wi-Fi.

 

 

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