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6 tendências tecnológicas estratégicas para 2019

Blockchain, ambientes inteligentes, análise aumentada e Inteligência Artificial impulsionarão novos modelos de negócios.

 

6 tendências tecnológicas estratégicas para 2019

 

Entende-se por tendência tecnológica aquela que possui potencial disruptivo substancial e que atingirá seu ponto de inflexão nos próximos cinco anos.

Especialistas da área de TI são capazes de prever tendências tecnológicas a todo momento. Principalmente hoje, com a aceleração do processo de inovação. O Gartner divulgou recentemente as principais tendências tecnológicas estratégicas para 2019.

Isso significa que Blockchain, computação quântica, análise aumentada e Inteligência Artificial, Empowered Edge, privacidade e ética, experiências imersivas, Coisas Autônomas e gêmeos digitais impulsionam as principais tendências de tecnologia estratégica da Gartner para 2019.


O relatório ainda destaca a alteração de nosso comportamento diante dessas tecnologias e como interagimos com elas. Essa relação passa por uma mudança radical, pois já estamos interagindo há algum tempo com plataformas de experiência imersiva que nos permite vivenciar e simular realidade, como: Realidade Virtual (RV), Realidade Aumentada (RA), entre outras.


Além disso, a Inteligência Artificial está mais presente do nunca em todos os setores e negócios. Afinal, quase todos os aplicativos e serviços são automatizados e possuem um aspecto de inteligência que incorpora atividades humanas.

 

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Por esse motivo, os líderes empresariais e gestores de TI e de inovação tecnológica devem avaliar e estar sempre de olho nas principais tendências para identificar oportunidades, combater ameaças e criar vantagem competitiva. Vamos conhecer algumas delas:


1. Analítica Aumentada

Essa tecnologia utiliza o Aprendizado de Máquina (Machine Learning) para focar na inteligência aumentada e transformar a forma como o conteúdo é desenvolvido, consumido e compartilhado.

Os recursos da Analítica Aumentada aumentam rapidamente e os insights automatizados também são incorporados a aplicativos corporativos para otimizar as decisões e ações dos funcionários (finanças, vendas, setor de RH, marketing, etc). Em geral, esses aplicativos eliminam a necessidade de cientistas de dados.


2. Autônomos

Robôs, drones e veículos autônomos, por exemplo, utilizam a Inteligência Artificial para simular funções humanas. Sua automação é tão flexível que é possível que essas máquinas interajam naturalmente, pois elas exploram mais a fundo os recursos de Inteligência Artificial.

A cada passo que esses objetos autônomos dão para sua proliferação, mais colaborativos e interativos eles devem ser. Por exemplo, logo será possível que as máquinas realizem inúmeras tarefas corriqueiras sem a intervenção humana, como:

  • Carros que entregam mercadorias sozinhos;
  • Crimes que serão prevenidos por meio de patrulhas autônomas, realizadas por robôs;
  • Automação na agricultura, com o uso de veículos aéreos não tripulados;
  • Automóvel mais seguro. Até 2020, 10% dos veículos terão capacidade de condução parcialmente autônoma.

3. Gêmeos Digitais

Até 2020 as grandes empresas irão implementar os Gêmeos Digitais — ou Digital Twins. Trata-se de uma representação digital de um local ou sistema do mundo real.

O Gartner acredita que, até 2020, mais de 20 bilhões de sensores e endpoints estarão conectados e os Gêmeos existirão para bilhões de coisas. Os Gêmeos vão além da Internet das Coisas. Com eles é possível operacionalizar negócios, implementar recursos, criar processos mais flexíveis, responsivos e que reagem a mudanças de forma automática.


4.Experiência imersiva

Plataformas de Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA), por exemplo, estão mudando a interação das pessoas com o mundo digital. Agora é possível ter uma experiência imersiva profunda de qualquer situação ou ambiente, e isso tem mudado a forma como as pessoas entendem a digitalização.

As experiências individuais se tornarão experiências multicanais, ou seja, pessoas estarão conectadas por meio de vários dispositivos. Além de usar os sentidos humanos, usará também os sentidos computacionais. Incluindo recursos de computação tradicionais, além de sensores de ambientes e wearables, por exemplo.


5. Blockchain

O Blockchain oferece confiança e transparência em sua atuação. Reduz conflitos entre os negócios, melhora o fluxo de caixa e diminui custos e tempo das
transações. A sua tecnologia propõe um modelo de confiança alternativo sem a necessidade de autoridades nas transações.

Mas é importante sempre avaliar o Blockchain antes de adotá-lo em grande escala porque alguns ainda são imaturos e não comprovados em missões críticas, o que pode colocar em risco sua eficiência. Portanto, testar nunca é demais.


6. Espaços inteligentes

Esses espaços são caracterizados por ambientes físicos ou digitais que estão com humanos em interação com a tecnologia. A conectividade é cada vez maior, assim como a autonomia e a inteligência. Esses ambientes inteligentes possuem muitos elementos entre pessoas, coisas, serviços, etc, e eles estão reunidos em um mesmo local com o intuito de criar uma atmosfera imersiva automatizada.

Essa é uma forte tendência que abarca cidades inteligentes, escritórios digitais, casas inteligentes e fábricas e indústrias conectadas. Será impossível controlar o crescimento e a evolução desses locais nos próximos anos.

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