<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=1159528794088341&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">

CANAL WESTCON
Toda informação da tecnologia está aqui.

6 maneiras como a IoT vai mudar o gerenciamento de projetos de TI

A internet das Coisas mudará bastante a forma como as empresas resolverão muitos dos seus problemas.

 

Os ciclos de vida dos sistemas e projetos em geral possuem uma metodologia bem definida, o que inclui definir, planejar, desenvolver, testar e implantar processos e ações afins.
Dos últimos anos para cá, em especial em 2018, as TIs aprenderam essa metodologia, assim como passaram a colaborar com as etapas do ciclo de vida desses projetos.
Agora a Internet das Coisas (IoT) vem para mostrar como devemos estruturar e gerenciar projetos sempre da melhor maneira possível.
Para se ter uma ideia, recentemente a Gartner fez uma pesquisa que revelou que aproximadamente 43% das empresas já estão usando ou, pelo menos, planejando implantar a IoT.
E pode ter certeza de que esse número tende a aumentar nos próximos meses, pois esse é um processo natural para melhorar o gerenciamento de projetos de TI das organizações.
A seguir, vamos mostrar que isso é tão verdade que mudanças substanciais no gerenciamento de projetos de TI já estão sendo feitas e obtendo ótimos resultados.

Um projeto e a sua equipe

Hoje em dia, apesar de ter uma abordagem mais colaborativa em projetos, a TI continua a se dedicar a codificar e a testar a maioria dos novos aplicativos. Detalhe: por conta própria.
A questão é que, a partir do momento em que esses aplicativos estão prontos para testes ou revisão do usuário final, estes terão que ser conectados de novo.
O problema é que esse esquema não funciona com a Internet das Coisas, pelo fato de essa tecnologia ser tão integrada às operações das empresas que tanto o hardware quanto o software não podem ser separados do ambiente operacional.
Podemos exemplificar bem isso se pegarmos um robô com tecnologia de IoT que está sendo usado em um determinado centro de distribuição para coletar e embalar itens de prateleiras, software ou coleta de dados.
Não seria, portanto, suficiente terminar a parte que confere à TI apenas e depois inserir a tecnologia. Tanto a TI quanto às operações mínimas desses processos precisam andar lado a lado na Internet das Coisas todo o tempo!

Projetos com tempo maior

Uma das coisas que é preciso ter em mente é que um projeto de IoT, ao contrário de projetos comuns de TI, não é concluído imediatamente após a sua implementação. Há todo um aparato que deve ser levado em consideração.
Por exemplo: deve haver todo um planejamento de como a Internet das Coisas será suportada pelos sistemas da empresa e de como será a ação caso haja alguma falha na produção.
Em suma, até que a IoT seja, de fato, uma tecnologia madura e segura o suficiente nas empresas, projetos desse tipo devem ter uma extensão que atinja o suporte dessa tecnologia após o começo da produção propriamente dita.
Então, o melhor lugar onde uma equipe de suporte pode ser encontrada é na origem do próprio projeto. Lembrando que o gerente de projetos deve assumir uma função contínua dentro desse processo.

Alguns assuntos de ordem moral

Às vezes, pode acontecer: você não tem experiência para realizar um projeto de Internet das Coisas, mas sua empresa precisa de um agora, “pra ontem”. Existe a possibilidade de, a curto prazo, haver a contratação de consultores externos para a realização desse tipo de atividade.
No entanto, o gerente do projeto de IoT terá que enfrentar alguns contratempos que irão se manifestar na equipe do próprio projeto, por alguns profissionais acharem que o seu desenvolvimento está sendo bloqueado devido a essa nova tecnologia.
A solução para esse impasse é recorrer ao uso de recursos externos de Internet das Coisas por um período bem curto enquanto a equipe se atualiza.
Isso adicionará tempo extra para os projetos, mas a moral da equipe ficará intacta, além de haver uma compreensão maior de todos para a implantação dessa tecnologia na empresa.

Conformidade, segurança e planejamento de políticas mais acelerados

A sua empresa é especificamente do setor financeiro ou pertence à área de seguros ou de saúde?
Então, é muito provável que ela esteja sendo um tanto quanto “negligente” quando o assunto é desenvolvimento e conformidade de políticas para a Internet das Coisas até que um projeto esteja quase pronto para ser implementado.
Mas isso ainda produz certa desconfiança. Por que? Primeiro, não sabemos ainda as potenciais responsabilidades e questões políticas da tecnologia. E, segundo, muitos dos dispositivos finais de Internet das Coisas, como os sensores, por exemplo, são itens de commodity produzidos em massa, ou seja, podem não vir com a segurança adequada.
E, por fim, os fluxos de dados da Internet das Coisas se espalham por redes privadas e públicas. Por isso cabe a você verificar se a IoT presente em seu projeto pode ou não funcionar dentro de todos esses parâmetros de segurança.
Lembrando que uma equipe jurídica é essencial para atuar nessa questão.

Silos, nem pensar!

Uma das coisas mais importantes que a sua equipe de projeto precisará ter é um suporte constante para realizar de maneira adequada as funções de sistemas de rede, de bancos de dados, de armazenamento e operações relacionadas a projetos de TI.
Isso porque a Internet das Coisas tem como afetar todos esses processos. E é interessante notar como esses subconjuntos de TI, na maior parte dos casos, funcionam como uma espécie de silos disciplinares.
Sendo o gerente desse projeto, você precisará trabalhar em total cooperação com a sua equipe, já que toda a ajuda é necessária para a conclusão de todos os processos.

Para muito além da TI

Dois dos principais problemas em projetos de Internet das Coisas são a usabilidade e a adaptação ambiental. Isso porque são fatores que podem funcionar muito bem em ambientes internos (em fase laboratorial), mas externamente tendem a falhar.
Ou seja, os gerentes de projetos de IoT precisam, entre outras atividades, repensar os cenários de teste. Um bom exemplo disso é pensar: se um sensor funciona bem em laboratório, será que funcionará em um pátio de um depósito, com temperaturas muito baixas?
O que isso quer dizer é que a questão principal que deve ser vista pelos gerentes de TI é que a Internet das Coisas mudará significativamente como os projetos são executados, porém as práticas fundamentais de execução deles continuarão as mesmas.
O mesmo se dá em relação à capacidade de grandes gerentes de executarem bem as suas tarefas, independente se usam ou não a Internet das Coisas.

Trabalho em conjunto entre a IoT e a TI é fundamental

Avanços tecnológicos servem a muitos propósitos e não há como negar com a IoT veio para revolucionar muitas áreas e processos das empresas, como os projetos de TI.
Com a implantação adequada desse tipo de tecnologia, em pouco tempo, teremos mais e mais facilidades para que as empresas possam oferecer produtos e serviços com mais agilidade e qualidade.

 

Posts relacionados

5 boas práticas de gestão de demandas de TI

Aprenda a fazer uma gestão eficiente e seja capaz de lidar com as mudanças do mercado, proporcionando melhores resultados para os negócios.

Gestão de custo em TI: o que é e como economizar?

É preciso ter orçamento, planejamento e uma dose de iniciativa.

Guia prático para uma gestão de TI eficiente após a era digital

Ter gerenciamento de TI é fundamental para o bom funcionamento do departamento dentro das empresas.

Escreva seu comentário