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4 medidas para se proteger de ataques DDoS

Muitas empresas ainda desconhecem o modo de agir dessa ameaça e estão despreparadas para mitigá-la. Saber como agir é essencial para não ter prejuízos nos negócios.

 

4 medidas para se proteger de ataques DDoS

 

 

Os ataques de negação de serviço distribuídos (DDoS) são aqueles em que vários computadores comprometidos atacam um alvo a fim de de interromper as operações normais. O objetivo dessa ameaça é tornar o servidor indisponível ao sobrecarregar a largura de banda ou usando seus recursos até que se esgotem.

Durante o ataque DDoS vários pedidos são enviados simultaneamente por meio de pontos diferentes para deixar os serviços instáveis, impedindo que clientes consigam se conectar, causando grande prejuízos para as empresas. Os criminosos ainda podem controlar remotamente os computadores fazendo com que eles participem da invasão.

Essa ameaça tem se tornado cada dia mais comuns entre as empresas, o que tem aumentado a preocupação das equipes de segurança. Para que seus clientes não se tornem vítimas desse ataque, é necessário seguir alguns passos que mitigam os riscos. Confira as 4 principais medidas a serem tomadas:

1 - Super provisionar a banda larga para evitar a indisponibilidade

Uma das principais ações para o excesso de provisionamento de banda é a utilização de serviços de segurança escalável sob demanda que seja capaz de absorver e filtrar o tráfego DDoS.

Esses serviços são projetados para parar ataques sem sobrecarregar as conexões, assim os usuários e clientes não são prejudicados com latência e indisponibilidade de aplicações.

2 - Monitorar o tráfego e aplicações

Para ser possível detectar essa ameaça é necessário implementar ferramentas de monitoramento de tráfego de rede e de aplicações. Dessa forma, a TI consegue determinar a origem de maus desempenhos, se realmente são maliciosos ou apenas falhas do provedor do serviço.

As soluções de gerenciamento ainda permitem a diferenciação do tráfego legítimo daqueles provenientes de fontes perigosas. Com elas, a equipe de segurança podem realizar a verificação dos níveis de tráfego, o desempenho das aplicações, comportamentos anômalos, violações de protocolos e outros erros. Assim, é possível ter uma maior visibilidade do que está acontecendo na rede corporativa em tempo real para tomar decisões mais precisas.

3 - Detectar usuários maliciosos e comportamentos incomuns

Para identificar o tráfego de ataques DDoS é preciso detectar usuários mal intencionados e solicitações maliciosas. A TI deve, ainda, monitorar e ser capaz de reconhecer fontes de ataques conhecidos, pois eles são responsáveis por grande parte desse tipo de ataque.

Os ataques de negação de serviço muitas vezes são realizados por clientes automatizados, portanto é necessário executar testes de validação para determinar se o usuário visitante é realmente um ser humano ou um agente bot malicioso.

4 - Identificar requests maliciosos

Outra medida necessária para diferenciar o tráfego malicioso é por meio da detecção de requests em excesso realizados em uma única sessão ou por um único usuário, pois eles fogem do padrão de navegação. Esse tipo de ação executa páginas web mais rapidamente do que usuários verídicos.


Não há ferramentas específicas para solucionar o problema devido a variedade de vetores DDoS. Entretanto essas medidas e estratégias proativas de segurança podem ser tomadas pela TI para que seja possível mitigar a ameaça e garantir que as empresas tenham os menores prejuízos possíveis.

 

 

Sai

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